quarta-feira, 26 de julho de 2017

Estado é o 2º em pobreza domiciliar de crianças





01:00 · 26.07.2017

O percentual de crianças e adolescentes até 14 anos no Ceará vivendo em famílias cuja renda é de até ½ salário mínimo é um dos maiores do Brasil. Considerando a remuneração básica em 2015, que era de R$ 788, 61% viviam com R$ 394 em 2015, o que representa, em valores absolutos, 1.198.254 pessoas.


O Ceará também aparece entre as Unidades da Federação com os piores índices de pobreza domiciliar extrema entre menores de 14 anos, isto é, com renda equivalente a R$ 197. O Maranhão lidera o ranking com 35,2%, seguido por Ceará (28,6%), Alagoas (28,3%), Bahia (24,7%) e Pará (23,9%).

As informações fazem parte do estudo divulgado pela Fundação Abrinq nesta terça-feira (25) com dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad). Segundo o relatório, os estados com percentuais mais altos de menores de 14 anos de idade em situação domiciliar de pobreza são Alagoas (66%); Maranhão (62,4%); Ceará (61%); Bahia (60,8%) e o Pernambuco com (60,5%).

Os estados com percentuais mais baixos de menores de 14 anos de idade em situação domiciliar de baixa renda (melhor desempenho) são, em ordem decrescente: Rio Grande do Sul (24,9%); Paraná (24,5%); São Paulo (21,2%); Distrito Federal (20,2%) e também Santa Catarina (17,7%).

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