segunda-feira, 20 de novembro de 2017

Câmara Municipal do Crato vai homenagear radialistas em sessão solene




Nesta quinta-feira, dia 23, a Câmara Municipal vai homenagear radialistas da região em sessão solene a ser realizada no Crato Tênis Clube, a partir das 19 horas. A iniciativa é do vereador Pedro Lobo (PT), que assim, reconhece o trabalho dos profissionais da imprensa na cobertura das sessões do parlamento cratense.

Postado por flavio pinto

COLUNA DO CARLOS 20.11.17

COLUNA DO CARLOS ...

O QUE PENSO...

Estamos próximos de mais um final de ano e na coluna de hoje, queria falar de solidariedade, humanidade, do sentimento de paz e confraternização entre as pessoas.
Replico aqui o meu sentimento que gostaria, se pudesse, fazer com que todos que cheguem a ler estas minhas poucas palavras, sentissem o mesmo.
Dezembro, Natal, mudança de ano, sempre deixam, pelo menos em mim, mais profundamente, o desejo de que as pessoas, as famílias, neste período, busquem refletir sobre a vida, o que estamos passando com tanta desumanidade, nossos problemas diários, que podem até não nos atingir diretamente, no momento, mas que certamente neste momento afligem muitas famílias, vítimas da violência, da intolerãncia, da falta, cada vez maior, infelizmente, do sentimento de humanidade que deveriamos ter em relação ao outro.
Sei que posso estar sendo,mais uma vez utópico no que imagino, mas espero que neste final de ano e surgimento do próximo, sejamos mais tolarantes com as nossas diferenças, sejam quais forem. Que o sentimento de família aflore cada vez vais entre todos nós.
Sonho e acredito num período natalino de fé e esperança entre as pessoas e na reflexão que todos nós podemos ter e assim, mudarmos para melhor nossa relação humana.
Imagino um final de ano onde, cada um de nós, com as nossas dificuldades diárias e tudo mais, possamos ser maiores que tudo isso e nos confraternizemos com os nossos,familiares, parentes, amigos, enfim, de maneira tal, que tenhamos um natal e uma mudança de ano, fraternos e de paz entre todos.
Este é o meu sonho, que pode ser sonhado por todos nós e ser transformado em realidade...amém.

Tenho Dito!

Por Carlos Alberto Albuquerque - Radialista

Cultura do açúcar é substituída pela banana em Barbalha


Matéria 12:37:00


A banana plantada no Cariri é vendida em várias partes
do Nordeste, mas tem quatro núcleos de distribuição:
Teresina (PI), Fortaleza (CE), Salvador (BA) e São Luís (MA).
FOTO: Antonio Rodrigues

Barbalha. O "cheiro de mel que o vento traz", como canta Alcymar Monteiro em "Verdes Canaviais", diminuiu na última década. Apenas cinco engenhos mantêm a produção de cana-de-açúcar neste Município do Cariri cearense. Dois fabricando apenas rapadura, e três que, além do doce, fazem a cachaça, batida e alfenim. Todos trabalhando somente por encomenda.


A tradição da cana-de-açúcar diminuiu muito em Barbalha, que, até a década de 1960, possuiu cerca de 100 engenhos. Mas este grande número vem desde o período colonial, quando iniciou a produção no Cariri motivada pela quantidade de água encontrada nas fontes da região. Por meio de valas, ela deslizava em direção aos canaviais, molhando as áreas de baixio. Este sistema também era utilizado na policultura, produzindo arroz, milho e mamona.


Os primeiros engenhos instalados na região eram de madeira e dominaram o setor até o século XVIII, quando foram substituídos pelos engenhos de ferro, movidos por força hidráulica ou animal. Pela dependência da propriedade dispor de água, a moenda movimentada por bovinos ganhou mais difusão no Cariri.


Entre 2002 e 2012, 13 engenhos fecharam as portas em Barbalha. A maioria era herança de pai ou avô, produtor de rapadura. Todos com mais de 10 anos de funcionamento. É o caso Jorge Garcia, que cuidou do engenho de seu avô, José de Sá Barreto Garcia, depois que ele faleceu, seguindo os costumes da família e fabricando o produto no Sítio Bulandeira. Porém, em 2011, ele largou a cana-de-açúcar.


"Fui um dos maiores produtores de rapadura de Barbalha. Larguei porque o comércio diminuiu muito. Também tinha uma perseguição muito grande dessas leis, sem nós termos condições de pagar as custas que o Governo exigia. O pessoal diminuiu muito o consumo de rapadura. Na época do algodão, saía muito, porque tinha muito operário comendo", lembra.


A economista Denize Paixão, que pesquisou a produção na primeira década de 2000, acredita que a decadência dos engenhos está associada, principalmente, à dificuldade de comercialização, baixa lucratividade, evasão de mão de obra, falta de recursos, além das exigências do Ministério do Trabalho de regularização do pessoal ocupado, melhoramento nas unidades produtivas, de condições de trabalho e higiene do produto.


Hoje, os cinco engenhos, quase que vizinhos, localizados na entrada da cidade, só funcionam dois dias na semana. A maior parte do movimento acontece na época das romarias, na cidade vizinha, Juazeiro do Norte. Muitos visitantes vão até as fábricas de rapadura e compram, inclusive cachaças e doces fabricados de outras cidades.


A estrutura do engenho de cana-de-açúcar se mantém, apesar do equipamento ter se deteriorado com o tempo, como o trator e o caminhão que deixava a carga dos produtos. "Está tudo aí, se quiser moer cana amanhã, eu vou moer. Tá tudo do mesmo jeitinho", garante Jorge.


No auge da rapadura, comprou carro e fez sua casa. Com nostalgia, lembra todo o processo de produção do doce. "Moía a cana, extraia o caldo, a 'garapa', depois saía para as caldeiras, que levava fogo, aí fazia o processo até o mel 'cachear', mexendo na gamela, para depois levar para as formas", conta.


Com a queda da rapadura, Jorge Garcia resolveu plantar banana, uma cultura que vem ficando cada vez mais comum no Cariri. "Planto para a terra não ficar ociosa. São duas tarefas só para entreter", brinca. Da época em que trabalhava com até 50 pessoas, hoje o agricultor faz tudo sozinho e vende a fruta para pequenos comerciantes locais, que compram na porta do sítio.


Usina abandonada
A dez quilômetros dali, na Usina Manoel Costa Filho, na saída de Barbalha para Missão Velha, na beira da CE-293, a paisagem foi ocupada por bananeiras há quatro anos. O equipamento, adquirido pelo Governo do Estado em 2013, por R$ 15,4 milhões, ainda não foi reativado e sequer há alguma expectativa de voltar a produzir açúcar ou etanol. Criado em 1973, o prédio está desativado há mais de uma década.


A área em volta da Usina, com 65 hectares, foi comprada pelo empresário João Landim. Segundo ele, o terreno estava penhorado pelo Banco Industrial e Comercial, e resolveu ampliar a plantação de bananas que três anos antes começou no distrito de Missão Nova, em Missão Velha. Sua empresa, a Paraíso Verde, produz em cerca de 500 hectares nos dois municípios. "Como meus pais eram agricultores e sempre gostei, resolvi apostar. Mas não via nada que fosse viável. Conversando com amigos, indicaram a banana como bom negócio", explica.


Dificuldades
No início, teve dificuldades para escoar os produtos, batendo de porta em porta nos supermercados. "Teve supermercados que fomos 20 vezes oferecer. A gente não tinha essa credibilidade, mas, aos poucos, fomos conseguindo, a quantidade aumentando. Hoje, estamos vendendo 80% para supermercados. Alguns vieram visitar e começaram a comprar", completa.


A banana plantada no Cariri é vendida em várias partes do Nordeste, mas tem quatro núcleos de distribuição: Teresina (PI), Fortaleza (CE), Salvador (BA) e São Luís (MA). Em 2009, 60 funcionários deram início à Paraíso Verde, que hoje emprega 350 pessoas. A cidade de Missão Velha, por exemplo, é a oitava maior produtora de banana do Brasil com 2,8 mil hectares de plantação e quase 90 mil toneladas da fruta colhidas por ano.


Adaptação
No entanto, o agrônomo Camilo Cabral explica que o solo na região não é ideal para a banana, que aumenta o custo da produção em relação a algumas áreas que também produzem o fruto no Brasil.


"São predominantemente ácidos e bastante arenosos. Como tem sistema de irrigação, faz alteração do solo e adiciona matéria orgânica. A gente também faz as coletas de solo para fazer análises e recomenda algumas correções para elevar o nutriente para a planta", afirma.


Por outro lado, a região é favorecida para a fruticultura por chover acima da média em relação a outras regiões do Estado, além de possuir muita água no aquífero, acessada por meio de poços profundos.



"A produção da fruticultura tem diminuído em alguns estados por falta de água. Com isso, as empresas têm migrado de outras regiões do Ceará, algumas fechando as portas ou diminuindo a área plantada, enquanto o Cariri está se destacando", acredita o agrônomo. (Diário do Nordeste)

MPCE lança aplicativo contra corrupção, em Juazeiro do Norte


018:48 · 17.11.2017 / atualizado às 18:49 · 17.11.2017 por Antonio Rodrigues



Juazeiro do Norte. O Ministério Público do Estado Do Ceará (MPCE) irá lançar, na próxima quarta-feira (22), às 10h, o aplicativo “Corrupção Zero”. A cerimônia, que acontecerá na sede da Comarca de Juazeiro do Norte, apresentará o “Projeto Corrupção Zero”, cuja finalidade é fomentar a prática de ações preventivas e repressivas à corrupção, inclusive, de um escritório regional anticorrupção a ser instalado em parceria com uma instituição de ensino superior, o que já está em fase de tratativas.

O aplicativo, concebido pelo promotor de Justiça da Comarca de Juazeiro do Norte, Igor Pinheiro, e desenvolvido em parceria com o acadêmico do curso de Direito, Emerson de Campos Medeiros, tem o objetivo de fomentar a participação da sociedade no controle da Administração Pública. Assim, qualquer pessoa, a partir do celular e de maneira anônima (se assim quiser), poderá apresentar as denúncias que gostaria de ver apuradas na cidade sobre supostos atos de corrupção, inclusive, enviando fotos e vídeos das irregularidades constatadas.

Além disso, o aplicativo terá um chat anticorrupção, a partir do qual o cidadão poderá relatar, em tempo real, atos de corrupção que exijam pronta ação do Ministério Público. O aplicativo dispõe, ainda, da ferramenta “cidadão investigador”, com os links de sites voltados para a fiscalização do Poder Público. Assim, as pessoas podem funcionar como auxiliares do Ministério Público e denunciar indícios de corrupção que encontrem em suas pesquisas. Nele também há uma coletânea das principais convenções internacionais e das leis anticorrupção para acesso fácil e direto.

Para acessar o aplicativo, basta clicar no link.

Serviço:

Lançamento do aplicativo Corrupção Zero

Local: sede do Minitério Público, Rua Catulo da Paixão Cearense, 135, Triângulo

Data: 22 de novembro (quarta-feira)

Horário: 10h

Bandidos assaltam propriedade rural em Quixeramobim e levam mulher como refém


018:00 · 19.11.2017 / atualizado às 18:19 · 19.11.2017 por Editor

Os moradores de uma residência situada na localidade de Manituba, na zona rural de Quixeramobim, passaram por momentos de aflição no fim da tarde deste sábado (18). A casa das vítimas foi invadida por dois indivíduos, armados com revólveres, que anunciaram um assalto.

Ainda de acordo com informações da Polícia Militar, além de roubarem R$ 2.200,00, cartões bancários, documentos, um telefone celular e até o carro da família, um automóvel Volkswagen Gol de cor branca, na fuga os criminosos levaram uma moradora como refém. Ela foi liberada algum tempo depois em uma estrada carroçavel.

Na manhã deste domingo (10) o automóvel roubado foi encontrado, abandonado, com os quatro pneus estourados, dentro do Açude Fogareiro, a alguns quilômetros do local do roubo. O veiculo foi arremessado da parede do açude. Como o reservatório está seco o veículo não ficou submerso. Os criminosos haviam chegado à residência assaltada em uma motocicleta Honda Bros de cor vermelha.

Aprece pleiteia R$ 200 mi à União para socorrer prefeituras



A Associação dos Municípios do Estado do Ceará (Aprece) vai pedir uma ajuda emergencial de R$ 200 milhões à União para socorrer os 184 municípios cearenses. No País, o pedido de socorro emergencial de todas as prefeituras alcança R$ 4 bilhões. A situação da maioria das prefeituras é de déficit nas suas receitas. O prefeito de Salitre, Rondilsom Ribeiro de Alencar, anunciou a demissão de cerca de 300 servidores. Os desligamentos atingiram servidores que tinham cargos comissionados ou contratos de prestação de serviços.

Os prefeitos do Ceará vão pedir ao governo federal uma ajuda emergencial para equilibrar as contas. O País passa por uma das suas maiores crises econômicas com a previsão de um déficit de R$ 159 bilhões este ano. O que parece ser uma crise política está ligada ao desempenho da economia. As demissões nos municípios estão sendo motivadas pela queda de receita dessas cidades, principalmente pela diminuição dos valores repassados via Fundo de Participação dos Municípios (FPM), levantamentos feitos pela Aprece.

A entidade estima que mais de 50% dos municípios cearenses vão atrasar o pagamento da folha de dezembro dos servidores devido a dificuldades financeiras. O consultor da Aprece, André Carvalho, explicou que a dificuldade financeira dessas prefeituras foi identificada ainda em setembro deste ano, quando realizou pesquisa.

Sobre as possibilidades de demissões, Carvalho frisa que, do ponto de vista da Lei de Responsabilidade Fiscal, os municípios vêm discutindo formas de melhorar e aumentar suas receitas, ou mesmo reduzir despesas, o que implica em cortes, principalmente no funcionalismo público. Isto porque, segundo ele, os municípios absolvem os reajustes salariais, via lei federal, que são bem superiores às receitas.

2018
“Municípios vivem um dilema que é líquido e certo, e não sabe do aumento das receitas. A tendência é que cada ano seja mais difícil”, salientou André Carvalho, em referência ao ano que vem. Ele, entretanto, que o ano de 2018 já é visto com preocupação, uma vez que não há nenhuma ação do governo federal para incrementar as receitas municipais.

“Toda demanda de responsabilidade e ações só estão pesando sobre os municípios e, com isso, o município já está entrando em situação de calamidade”, afirma o prefeito de Salitre, Rondilsom Alencar, que diz estar obedecendo a lei de responsabilidade fiscal. Ele afirmou que as demissões irão gerar uma economia de 10% para administração municipal, mas, por outro lado, irá prejudicar o comércio local.

Mobilização
Com a finalidade de chamar a atenção para a situação de dificuldade dos municípios, gestores cearenses vão se juntar aos demais chefes do executivo municipais numa mobilização no próximo dia 22, que vai ao Palácio do Planalto e ao Congresso Nacional em Brasília.

Para driblar essa situação de aperto e manter com qualidade a gestão das políticas públicas municipais, o movimento municipalista propõe o valor extra correspondente a 1% do Fundo de Participação dos Municípios (FPM) nos repasses do referido mês.

Eles irão pressionar ainda a aprovação da proposta do senador Raimundo Lira (PMDB-PB) que propôs alteração na “Constituição Federal para determinar que parcela dos recursos dos Impostos de Renda e sobre Produtos Industrializados seja destinada ao Fundo de Participação dos Municípios, no mês de setembro de cada ano”.


Sob relatoria do senador Armando Monteiro (PTB-PE), a proposta tramita, atualmente, na Comissão de Constituição e Justiça da Casa, onde aguarda apreciação.
Em 2007, o movimento municipalista conquistou o 1% extra do FPM, pago em julho e dezembro. Agora, urge a necessidade dos novos recursos para custeio das necessidades básicas da população e funcionamento das administrações municipais. (Colaborou Amaury Alencar)

MP afirma estar de olho em campanha antecipada





Os “pré-candidatos” que, implicitamente ou não, estejam pedindo votos já este ano, podem sofrer as punições previstas em lei por parte da justiça eleitoral, antes mesmo do início do pleito de 2018. Isto é o que ressalta o procurador eleitoral Anastácio Tahim, do Ministério Público Eleitoral.

O procurador frisou que, atualmente, a questão de propaganda antecipada não é “algo simples” de ser analisada, até porque houve uma alteração na legislação em 2015, que passou a exigir para configuração de campanha fora do prazo legal “existência ou veiculação de pedido explícito de voto em material publicitário”.
Embora a Justiça Eleitoral aprecie as situações com “cautela, Tahim pontuou que isso não inviabiliza a fiscalização, que, segundo ele, vem sendo desenvolvida pelo Ministério Público.

“Quando a lei fala em pedido explícito, não quer dizer pedido direto. Quanto ao MP, pedido pode ser o pedido evidente. Aquele caracterizado pela peculiaridade do instrumento ou material utilizado. Nesta linha, temos levado a Justiça os casos que têm nos chegado”, frisou o procurador.

Entretanto, o procurador admitiu que os órgãos de fiscalização aguardam definição do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sobre a abordagem do assunto. Isto porque o órgão deve julgar nos próximos dias duas representações do MPE (Ministério Público Eleitoral) contra supostas propagandas antecipadas em favor do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e do deputado federal Jair Bolsonaro (PSC-RJ) para as eleições presidenciais de 2018. Para ele, a decisão do Tribunal servirá para balizar as eleições do ano que vem.

Sem denúncia
No Ceará, segundo explicou o procurador, até agora não houve nenhuma denúncia de campanha antecipada. Ele, entretanto, informou que já expediu recomendação aos procuradores eleitorais, para que acompanhasse e verificasse a existência de alguma movimentação nos municípios cearenses visando o pleito do ano que vem.

“Ainda não aconteceu. Se tomarmos conhecimento da existência, nós pediremos o material para análise”, disse Tahim, acrescentando que o MP está “atento” às articulações eleitorais. E avisou: “não existe uma predisposição em relaxar neste período, não”, rebatendo as críticas de que há uma apatia da fiscalização.
A queixa de que alguns políticos “já estão na rua” fazendo campanha política tem repercutido na Assembleia Legislativa e, sem citar nomes, parlamentares têm levado o assunto, inclusive, para tribuna. O deputado Fernando Hugo (PP) já chegou a cobrar fiscalização do Ministério Público Eleitoral Estadual em relação à atuação de secretários do Estado, pretensos candidatos ao Legislativo em 2018, que, segundo ele, aproveitando­-se de suas funções públicas, “já estão em campanha”.

Legislação
A legislação permite propaganda eleitoral somente a partir de 15 de agosto do ano do pleito e prevê multa de R$ 5 mil a R$ 25 mil para quem violar a restrição fazendo pedidos públicos de voto.

Câmara Municipal do Crato vai homenagear radialistas em sessão solene

Nesta quinta-feira, dia 23, a Câmara Municipal vai homenagear radialistas da região em sessão solene a ser realizada no Crato Tênis Clube, ...