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domingo, 28 de julho de 2024
Uma em cada quatro crianças com menos de cinco anos sofre de desnutrição no mundo
Por Bruna Ribeiro
Crédito: Tiago Queiroz / Projeto Criança Livre de Trabalho Infantil
"A má nutrição afeta a sobrevivência, o crescimento físico e o desenvolvimento cerebral de uma criança. As taxas globais de atraso no crescimento infantil caíram em um terço, ou 55 milhões de crianças, nas últimas duas décadas, mostrando que os investimentos em nutrição materna e infantil dão resultados. No entanto, no mundo todo, uma em cada quatro crianças menores de cinco anos sofre de desnutrição, o que pode provocar danos de longo prazo", diz a diretora executiva do UNICEF, Catherine Russell, após lançamento do Relatório das Nações Unidas sobre o Estado da Insegurança Alimentar Mundial (SOFI 2024), divulgado nesta quarta (24), no Rio de Janeiro.
"Devemos aumentar urgentemente o financiamento para acabar com a má nutrição infantil. O mundo pode e deve fazê-lo. Não é apenas um imperativo moral, mas também um investimento sólido no futuro", declara a diretora executiva.
Em relação aos níveis de fome no mundo, o Relatório SOFI aponta que seguem persistentemente altos por três anos consecutivos, enquanto as crises globais se aprofundam. Cerca de 733 milhões de pessoas passaram fome em 2023, o equivalente a uma em cada 11 pessoas no mundo e uma em cada cinco na África.
"Apesar de algum progresso em áreas específicas, como atraso no crescimento infantil e amamentação exclusiva, um número alarmante de pessoas continua a enfrentar insegurança alimentar e má nutrição, já que os níveis globais de fome estagnaram por três anos consecutivos, com entre 713 e 757 milhões de pessoas desnutridas em 2023 - aproximadamente 152 milhões a mais do que em 2019, considerando-se a faixa intermediária (733 milhões)", informa as Nações Unidas.
Contrariando a tendência global, a América Latina, incluindo o Brasil, apresentaram progressos no enfrentamento à fome. Segundo o relatório, a insegurança alimentar severa caiu 85% no Brasil em 2023. Ou seja, 14,7 milhões de brasileiros saíram da grave condição (falta de acesso a alimentos, passando um dia inteiro ou mais sem comer, de acordo com a metodologia aplicada).
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