CARLOS ALBERTO ALBUQUERQUERESPONSÁVEL PELO BLOG CONEXÃO REGIONAL

CARLOS ALBERTO ALBUQUERQUERESPONSÁVEL PELO BLOG CONEXÃO REGIONAL

quarta-feira, 25 de julho de 2018

Mais de um terço dos domicílios brasileiros não tem acesso à internet





Mais de um terço (39%) dos domicílios brasileiros ainda não tem nenhuma forma de acesso à internet. Segundo a pesquisa TIC Domicílios 2017, divulgada hoje (24) pelo Comitê Gestor da Internet (CGI.br), são cerca de 27 milhões de residências desconectadas, enquanto outras 42,1 milhões acessam a rede via banda larga ou dispositivos móveis.

O índice de residências sem acesso é ainda maior nas classes D e E: 70% estão afastados do mundo virtual. Na classe A, 99% dos domicílios têm alguma forma de acesso, na classe B, 93% e na classe C, 69%.

Redes móveis
Ao longo dos últimos quatro anos, o acesso à internet vem se expandindo especialmente através das redes móveis. No levantamento com dados de 2014, 43% dos domicílios não tinham nem computador, nem acesso à internet. Outros 43% tinham ambas tecnologias. Na pesquisa atual, com informações colhidas em 2017, o índice de residências sem computadores ou conexão caiu para 34%, enquanto o percentual das que têm ambos variou para 41%.

A principal diferença está em relação às residências que têm apenas internet, que subiu de 7% em 2014 para 19% em 2017. Na Região Norte, 51% dos domicílios com acesso à rede estão conectados com tecnologia móvel. No Sudeste, o percentual é de 24% e no Sul, 18%. Na classe A, o índice de acesso via tecnologia 3G ou 4G é de 8%. O percentual chega a 48% nas classes D e E.

Preço e falta de conhecimento
O preço das conexões de banda larga é um dos fatores que leva parte dos usuários a acessarem a internet somente a partir das redes móveis. A experiência, no entanto, é limitada, como destacou o gerente do Centro de Estudos sobre as Tecnologias da Informação e da Comunicação (Cetic.br), Alexandre Barbosa.
“Quando nós estamos falando de criação de conteúdo, seja um texto, uma planilha ou outros conteúdos mais sofisticados, neste particular o dispositivo móvel tem muitas dificuldades. Esse crescimento exclusivo acontece em classes sociais menos favorecidas, isso cria a longo praz o uma dificuldade de habilidades digitais que são fundamentais”, analisou durante a apresentação dos dados.

A falta de interesse e o não saber usar a rede também são pontos interrelacionados que, segundo Barbosa, merecem atenção. “Isso nos remete a uma problemática que o Brasil precisa enfrentar relativa a políticas públicas seja na área de inclusão digital de uma forma mais ampla, seja nas políticas educacionais para desenvolver essas habilidades digitais”, ressaltou.

Carteiras de trabalho poderão ser emitidas em agências dos Correios





O Ministério do Trabalho e a Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos vão firmar, nos próximos dias, acordo de cooperação técnica para emissão da carteira de trabalho e previdência social nas unidades da empresa.Pelo acordo, que foi anunciado nesta segunda-feira (23), o projeto piloto será implantado nos próximos 30 dias no estado de São Paulo.

Segundo o secretário executivo substituto do Ministério do Trabalho, Admilson Moreira, a iniciativa tem o objetivo de descentralizar a emissão da carteira de trabalho manual e informatizada e de levar o serviço para mais perto da população. “O propósito da parceria é oferecer um serviço mais ágil e acessível ao trabalhador”, disse Moreira.

De acordo com o ministério, de janeiro a maio deste ano, foram emitidas mais de 2,3 milhões de carteiras de trabalho no país, das quais 580 mil no estado de São Paulo.

O serviço de emissão de carteiras está disponível nas unidades ligadas ao Ministério do Trabalho e em unidades descentralizadas espalhadas pelo país, por meio de parcerias com estados e municípios. A rede conta com cerca de 2,1 mil postos de atendimento.

AGÊNCIA BRASIL

Anvisa aprova genérico para tratamento do câncer de mama




A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou o primeiro medicamento genérico com a substância everolimo. O remédio é indicado para o tratamento de diversos tipos de câncer, incluindo câncer de mama em estágio avançado, tumores neuroendócrinos e câncer de rim.

Por meio de nota, a Anvisa reforçou que, por se tratar de um medicamento genérico, o produto deve chegar ao mercado com um preço pelo menos 35% menor que o preço máximo do medicamento de referência.

AGÊNCIA BRASIL

Estudo demonstra eficácia de antirretroviral ofertado no Brasil





Estudo brasileiro realizado com mais de 100 mil pacientes em início de terapia antirretroviral comprovou maior efetividade do medicamento dolutegravir para o tratamento do HIV em comparação com outras drogas. A pesquisa mostra que pacientes submetidos a coquetéis antirretrovirais que incluem o dolutegravir mostraram-se significativamente mais propensos a atingir a chamada supressão virológica (carga viral a níveis indetectáveis) que os submetidos a coquetéis que não usam o medicamento.

Os resultados foram apresentados hoje (24) durante a 22º Conferência Internacional de Aids, em Amsterdã, Holanda.

De acordo com o Ministério da Saúde, foram coletados dados de 103.240 pacientes com 15 anos ou mais que iniciaram o tratamento antirretroviral entre janeiro de 2014 e junho de 2017. Os dados foram fornecidos por dois sistemas de informação em saúde do SUS que controlam a dispensação dos medicamentos para HIV e os exames utilizados para monitorar a infecção (CD4 e carga viral).

“Estudos desse tipo têm sido muito utilizados na tomada de decisão sobre novos medicamentos, pois são conduzidos em ambiente do mundo real, cujas populações participantes são muito mais representativas da realidade do que aquelas selecionadas para ensaios clínicos, sendo estes realizados em ambientes controlados e com critérios mais rigorosos de inclusão de pacientes”, informou a pasta.

Os resultados do estudo demonstram que o esquema de tratamento com o dolutegravir, associado ao tenofovir e à lamivudina, foi 42% mais eficaz na supressão da carga viral do HIV, em um período de seis meses, quando comparado à combinação dos antirretrovirais efavirenz, tenofovir e lamivudina, esquema de primeira linha recomendado anteriormente ao dolutegravir. Na comparação com outros esquemas, o dolutegravir, associado ao tenofovir e à lamivudina, mostrou-se de 51% a 162% mais efetivo.

Terapia antirretroviral

A terapia antirretroviral diminui significativamente a quantidade de HIV no sangue, suprimindo a carga viral. Segundo o ministério, atingir e manter a carga viral indetectável, além de trazer benefícios para a saúde da pessoa que vive com HIV, reduz a quase zero o risco de transmissão do vírus por via sexual. “Por isso, os resultados do estudo são ainda mais animadores para a resposta brasileira ao HIV”, destacou a pasta.

Dolutegravir

Os antirretrovirais são medicamentos usados no tratamento do HIV que atuam no sistema imunológico, bloqueando as diferentes fases do ciclo de multiplicação do vírus no corpo. O dolutegravir faz parte de uma nova classe de antirretrovirais do tipo dos inibidores de integrase, que atuam impedindo que o código genético do HIV se integre à célula humana, impossibilitando, assim, sua multiplicação.

Desde janeiro de 2017, o dolutegravir é usado no Brasil para pacientes iniciantes no tratamento do HIV. Mais recentemente, foi incluída, nos protocolos clínicos e diretrizes terapêuticas do HIV, a recomendação de mudança para o dolutegravir nos esquemas de tratamento de terceira linha com raltegravir e naqueles em que o paciente apresente eventos adversos e toxicidades indesejáveis.

Pessoas coinfectadas com tuberculose e mulheres grávidas ou que pretendam engravidar, de acordo com o ministério, não devem utilizar o dolutegravir.

Atualmente, mais de 122 mil brasileiros que vivem com HIV usam o dolutegravir. O número representa 19% do total de 572 mil brasileiros que recebem o tratamento antirretroviral por meio do Sistema Único de Saúde (SUS). Ainda de acordo com o ministério, 87% das pessoas que iniciaram tratamento antirretroviral no país em 2018 começaram com o dolutegravir.

Mais de 500 mil eleitores se cadastram para votar no exterior




Mais de 500 mil brasileiros residentes no exterior se inscreveram para votar na eleição presidencial deste ano, segundo informações do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). O número – 500.728 – é 41,4% maior do que o registrado na eleição presidencial de 2014, quando 354.184 eleitores se cadastraram para exercer o direito ao voto mesmo morando fora do país.

A autorização para os brasileiros residentes no exterior votarem para presidente da República foi incluída na Constituição de 1988. Desde a eleição de 1989, o número vem crescendo. Naquele ano, foram 18.500 eleitores. Em 2010, o total chegou a 200.392 brasileiros cadastrados para votar no exterior. O número final de 2018 ainda pode mudar, pois a Justiça Eleitoral está analisando a situação dos inscritos.

As seções de votação são instaladas nas repartições consulares brasileiras em mais de 200 cidades. Há outras 33 seções em localidades nas quais não há representação permanente, como Florença e Veneza (Itália), Colônia e Hamburgo (Alemanha), Orlando, Salt Lake City e Frammingham (Estados Unidos), Winnipeg (Canadá), Vale do Bekaa (Líbano) e Suzuka (Japão).

Há três anos, o Ministério das Relações Exteriores e a Justiça Eleitoral vêm trabalhando em parceria para incentivar o alistamento de brasileiros que vivem no exterior, bem como para facilitar o exercício do voto dos emigrantes. Nesse sentido foi criado o “título net exterior”, instrumento que permite a inscrição e a transferência eleitorais em tempo real.

A adoção do E-título também deverá facilitar a votação de quem vive fora. Até este ano, o título era impresso no Brasil e transportado por mala diplomática. Agora pode ser baixado online e impresso pelo eleitor.

Facebook vai dar transparência para anúncios eleitorais no Brasil





O Facebook confirmou hoje (24) que vai adotar no Brasil ferramentas de transparência para o uso da plataforma durante as eleições, especialmente por partidos e candidatos e no impulsionamento de conteúdos. O país será o segundo do mundo, depois dos Estados Unidos, onde esses recursos técnicos serão disponibilizados.

Os anúncios pagos relacionados às eleições serão identificados como “propaganda eleitoral”. Aqueles publicados por candidatos vão mostrar o CPF dele, bem como a legenda à qual é filiado. Já os anúncios de partidos vão conter o CNPJ da agremiação. Segundo a legislação eleitoral, apenas esses dois atores podem impulsionar conteúdos no pleito de outubro.

Para utilizar a identificação, é preciso fazer um cadastro no Facebook. Neste processo, a plataforma vai verificar a identidade do responsável e sua residência, com o intuito de evitar que pessoas de fora do país possam impulsionar conteúdos.

O procedimento será disponibilizado a partir do dia 31 de julho e será exibido a partir de 16 de agosto. Caso um candidato ou partido não se cadastre e divulgue posts pagos sem o selo, fica sujeito à fiscalização do Tribunal Superior Eleitoral.

Biblioteca
Outra ferramenta a ser disponibilizada é o que a empresa está chamando de “biblioteca de anúncios”. Nela, os usuários poderão ver posts pagos relacionados à política, incluindo propaganda eleitoral. Este repositório vai reunir tanto as publicações impulsionadas ativas quanto as que já foram divulgadas, permitindo que o eleitor possa verificar quais são as mensagens difundidas por seu candidato ou por concorrentes.

Este mecanismo visa a dialogar com preocupações manifestadas por diversos agentes da sociedade civil em eventos sobre internet e eleições acerca dos riscos da publicidade paga no Facebook, já que este permitiria segmentar, ou quase personalizar, mensagens dos candidatos. Assim, abriria espaço para que um político falasse algo específico para um determinado público e, para outro grupo segmentado, um conteúdo diferente, ou até mesmo contraditório.

Outras ferramentas
No comunicado emitido pela empresa, também foram anunciadas outras ferramentas já adotadas em processos eleitorais em outros países e que serão aplicadas no Brasil neste ano. Uma delas será a aba “temas”, na qual estarão publicados conteúdos dos candidatos sobre diferentes assuntos, como saúde, educação e segurança.

Além disso, serão enviados lembretes aos eleitores. Em maio, uma mensagem foi encaminhada reiterando o prazo para o registro na Justiça Eleitoral para participar do pleito. Em outros países, como nos Estados Unidos, os lembretes foram usados nos dias de votação. Contudo, este mecanismo também foi alvo de questionamentos, uma vez que seu uso para determinados públicos pode reforçar a participação de eleitores de um determinado candidato em detrimento de outro.

Além disso, usuários verão um “botão de cidadãos informados” (informed voter button), com link para autoridades eleitorais (como os tribunais eleitorais). Após as eleições, usuários poderão também seguir, localizar e contatar os representantes eleitos. O recurso ganhou o nome “Town Hall”, termo usado em inglês para designar prefeituras.

Medidas das plataformas
Em especial publicado neste mês de julho, a Agência Brasil adiantou as medidas que estão sendo adotadas pelo Facebook e por outras plataformas para essas eleições, especialmente focadas em anúncios e no combate à disseminação das chamadas “notícias falsas”. Além do Facebook, Google e Twitter também vêm implementando medidas e ferramentas neste sentido.

AGÊNCIA BRASIL

terça-feira, 24 de julho de 2018

Violência do fim de semana deixou 46 mortos em acidentes e assassinatos no Ceará


Foram registrados 34 homicídios e latrocínios, além de 12 mortes em desastres no trânsito. Entre as vítimas dos assassinatos estão quatro mulheres. Uma delas foi morta durante assalto a uma loja de celulares, outra foi encontrada estrangulada



Em Ipueiras, o capotamento de um caminhão provocou duas mortesPor: Fernando Ribeiro

Quarenta e seis pessoas perderam a vida de forma violenta em mais um fim de semana sangrento no Ceará. Em todo o estado, 34 pessoas foram assassinadas e outras 12 morreram em conseqüência de acidentes de trânsito. O Interior registrou 28 óbitos em decorrência da violência. Quatro mulheres foram assassinadas entre a sexta-feira (20) e o domingo (22) nos Municípios de Sobral, Aratuba, Araripe e Aracati. Um taxista foi assaltado e executado, a tiros, em Maranguape.

Em Fortaleza, oito pessoas foram assassinadas no fim de semana nos bairros Canindezinho, Mondubim, Aracapé (duplo homicídio) Vila Velha, Genibaú e Bela Vista (dois mortos em confronto com a Polícia durante uma perseguição a um carro roubado).

Na Região Metropolitana de Fortaleza (RMF), foram registrados também oito assassinatos, nos seguintes municípios: Caucaia (2 crimes), Maracanaú (2 casos), Eusébio, Chorozinho, Maranguape e São Gonçalo do Amarante.

No Interior Norte do estado, 11 pessoas foram assassinadas nos seguintes Municípios: Itapajé (2 casos), Forquilha, Marco, Sobral, Santana do Acaraú, Aratuba, Canindé, Varjota, Marco e Boa Viagem.

No Interior Sul ocorreram sete assassinatos, nos seguintes Municípios: Araripe (2 casos), Jaguaribe, Fortim, Orós, Aracati e Morada Nova.

Acidentes

Doze pessoas morreram em acidentes de trânsito no estado entre a tarde de sexta-feira e a noite de domingo, nos seguintes Municípios: Crateús, Tauá, Juazeiro do Norte, Quiterianópolis (dois mortos), Caucaia (dois mortos), Granja, Nova Russas, Ipueiras (dois mortos) e Jaguaribara.

Entre os 12 mortos, nove eram ocupantes de motocicletas e faleceram após sofrerem graves ferimentos ou lesões em decorrência de quedas, colisões e choques.

Veja a relação das vítimas fatais dos acidentes:

01 – Francivaldo Teixeira Martins, (queda de moto na localidade de Boa Vista, Crateús)

02 – Josimar Moreira Dias (vítima de capotamento em estrada vicinal, em Tauá)

03 – Antônio Pinheiro Torres da Silva (vítima de choque de moto com poste, em Juazeiro do Norte)

04 – Egilson de Sousa Lima (colisão de carro e moto em São Gonçalo, Quiterianópolis)

05 – Danilo Torres de Lima (colisão de carro e moto em São Gonçalo, Quiterianópolis)

06 – Antônio Félix Sobrinho (queda de moto no Município de Granja)

07 – Manoel Messias Chaves de Melo (acidente de moto em Nova Russas)

08 – Márcio George Bringel (capotamento de caminhão na CE-257, em Ipueiras)

09 – Antônio Renato de Sousa (capotamento de caminhão na CE-257, em Ipueiras)

10 – José Wilson Fernandes da Silva (colisão de moto e carro na BR-116, em Jaguaribara)

11 – Vítima não identificada/masculino (colisão moto e carro na estrada Velha do Icaraí/Caucaia)

12 – Vítima não identificada/masculino (colisão moto e carro na estrada Velha do Icaraí/Caucaia)

Nove em cada dez brasileiros querem mais mulheres na política

Pesquisa mostra que população quer mais candidatas na próxima eleição Joana Côrtes – Repórter da Rádio Nacional 20/03/2025 - 20:59 São Paul...