CARLOS ALBERTO ALBUQUERQUERESPONSÁVEL PELO BLOG CONEXÃO REGIONAL

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quarta-feira, 30 de maio de 2018

Após greve dos caminhoneiros, Pio IX está desabastecido de frutas e legumes

Rua Sebastião Arrais, no centro comercial da cidade de Pio IX

Em decorrência das manifestações em estradas de todo o País, o comércio de frutas e legumes foi afetado em Pio IX. A greve vem abalando diversos setores do município.

No fim de semana, faltou gasolina em alguns postos, depois, empresas de ônibus cancelaram viagem e agora chegou a vez dos hortifrútis da cidade ficarem com boa parte dos expositores vazios.

Em comunicado, uma das empresas do ramo frutífero diz que a funcionalidade habitual é difícil de ser mantida mas que busca a partir de agora alternativas para diminuir os efeitos no consumidor.





Gasolina

O posto JSá que teria esgotado seu armazenamento de gasolina no último Sábado (26), informou que foi reabastecido na manhã de hoje (29).

Aeroportos

Nove aeroportos ainda estão com falta de combustível em todo o Brasil, e são eles; Foz do Iguaçu (PR), Paulo Afonso (BA), Teresina (PI), Palmas (TO), João Pessoa (PB), Ilhéus (BA), Cuiabá (MT), Imperatriz (MA) e Petrolina (PE). Aos passageiros, a Infraero recomenda que procurem as companhias para consultar a situação de seus voos.

Fonte: Lucas Andrade/Portal da Cidade

MAIOR DISTRIBUIDORA DE GÁS DE COZINHA DO CARIRI ESTÁ COM ESTOQUE ZERO



A maior distribuidora de gás de cozinha do Cariri está com o estoque zero. A informação foi confirmada ao Miséria pela diretora do centro de distribuição, Cláudia Coelho, na tarde desta segunda-feira (28). Uma ação para tentar sensibilizar o governo foi iniciada.


Segundo Cláudia, existem três carretas paradas em bloqueios das estradas cearenses e não há previsão de liberação.


Um ofício foi enviado ao Governo do Estado para que seja viabilizado uma escolta dos caminhões junto ao Exército, partindo da capital até o Cariri. Caso não haja efetividade nas negociações, 22 cidades da região poderão zerar o abastecimento do produto.


Não há previsão para o reabastecimento de gás de cozinha no Cariri.
Fonte: Site Miséria

IDOSO É ENCONTRADO MORTO NA ZONA RURAL DE CAMPOS SALES





Postado por ELY SANTOS CEARÁ

*Campos Sales/Carmelopolis*



Foi encontrado na manhã de hoje um corpo de um senhor identificado até o momento por Gerson Capitão. Segundo informações o mesmo já tinha problemas de saúde e havia saído de casa montado em um animal (jumento). Só a perícia vai descobrir a causa morte se foi da queda do animal ou infarto. A polícia militar da 4a CIA já foi informada e acionou o IML para remover o corpo para ser periciado.

Aguardando mais informações.

EM 2017 Ceará perdeu R$ 7,5 bilhões com violência no trânsito



O montante é maior que o contabilizado para o ano de 2016, quando houve perdas de R$6,45 bilhões para o Ceará



74% dos acidentes em 2017 envolveram motocicletas, de acordo com a pesquisa ( Foto: José Leomar )
01:00 · 30.05.2018 por Nícolas Paulino - Repórter

Com 6.824 vítimas, dentre mortos e invalidados permanentemente, a violência no trânsito provocou um impacto econômico de R$ 7,5 bilhões em 2017, no Ceará. O valor corresponde a cerca de 5% do Produto Interno Bruto (PIB) do Estado e estima o quanto seria gerado com o trabalho das vítimas caso elas não tivessem se acidentado. Esse é o oitavo maior montante do País e o maior da região Nordeste. Em São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro, que lideram o levantamento nacional, o impacto financeiro chega a R$ 31 bilhões, R$ 19,5 bilhões e R$ 15,5 bilhões, respectivamente.

Os cálculos foram elaborados pelo Centro de Pesquisa e Economia do Seguro (CPES), órgão da Escola Nacional de Seguros, com base nos indicadores do Seguro de Danos Pessoais Causados por Veículos Automotores de Via Terrestre, o DPVAT. No ano passado, o Estado amargou acidentes que mataram 2.325 pessoas e deixaram outras 4.499 com invalidez permanente. O total é 16,7% maior que o ano de 2016, quando houve 5.846 mortos ou com sequelas no Estado.



O montante de R$7,5 bilhões, em 2017, é maior que o contabilizado para o ano de 2016, quando houve perdas de R$6,45 bilhões para o Ceará. No entanto, é quase 37% menor que o registrado em 2015, com R$11,95 bilhões em perdas, e fica mais de 60% abaixo dos R$16,09 bilhões estimados em 2014. A pesquisa da CPES estabelece os cálculos com base no Valor Estatístico da Vida (VEV), fator que mede o quanto cada brasileiro é capaz de produzir em sua vida. "Não se pode entender como normal haver dezenas de milhares de mortes todo ano, por conta de acidentes no trânsito. Esta tragédia tem várias causas, desde a conservação das estradas à manutenção dos veículos, mas é o comportamento dos condutores a componente de maior impacto", alerta Mario Pinto, diretor de Ensino Superior da ENS.

Ativos

Segundo a pesquisa, 90,5% das vítimas do trânsito estavam na fase economicamente ativa, e 48,5% tinham entre 18 e 34 anos de idade. Outro dado que chama atenção é que mais de 74% dos acidentes envolveram motocicletas. Em todo o País, a violência nas estradas provocou um impacto econômico de R$199 bilhões, ou 3,04% do Produto Interno Bruto (PIB) nacional. Essa foi a perda da capacidade produtiva calculada pelos acidentes que mataram 41,1 mil pessoas e deixaram outras 42 mil com invalidez permanente.

Ainda segundo Mario Pinto, a não obediência a normas básicas de trânsito, a agressividade ao dirigir e a "cultura da esperteza" elevam o patamar da epidemia, que pode espelhar um padrão de sociabilidade dos brasileiros. "Além do aspecto educacional, a mudança de cultura também passa por punições adequadas aos infratores", defende.

Em abril deste ano, por exemplo, passou a valer lei que determina pena de 5 a 8 anos de prisão, além de o direito de dirigir suspenso ou proibido, a motoristas bêbados enquadrados na lei de trânsito por homicídio culposo (sem intenção de matar).

Maio Amarelo

Conforme o último boletim estatístico da Seguradora Líder, Fortaleza foi a segunda capital brasileira e a primeira do Nordeste em número de indenizações concedidas pelo Seguro DPVAT em 2017, ficando atrás apenas de São Paulo. Em relação a 2008, quando a Capital ocupava a 7ª posição no ranking nacional, com 1.682 compensações pagas, houve crescimento maior que 300%.

O Brasil tem como meta reduzir os acidentes de trânsito com mortes pela metade até 2020. O compromisso, assinado com a Organização das Nações Unidas (ONU), faz parte da Década Mundial de Segurança Viária. Nessa mobilização, a campanha do Movimento Maio Amarelo trabalha com o tema "Nós somos o trânsito" tem como objetivo a conscientização sobre a necessidade de se reduzir o número de mortes e feridos no trânsito.

Ao longo do mês, de acordo com o Departamento Estadual de Trânsito do Ceará (Detran-CE), as Escolas de Educação para o Trânsito dos municípios de Fortaleza e Sobral estão trabalhando o tema com os alunos das escolas públicas e privadas. O encerramento das atividades educativas ocorre hoje (30) pela manhã, em Fortaleza.

METEOROLOGIA Estado do Ceará teve a melhor quadra chuvosa desde o ano de 2011



Neste período - de fevereiro a maio - cai 80% do volume total das precipitações de todo o ano no Estado



O Banabuiú, que estava com 0,77%, em 2017, chega ao fim deste maio com 7,02% Foto: Alex Pimentel
 por Antônio Rodrigues - Colaborador


Juazeiro do Norte. Faltando dois dias para o fim da quadra chuvosa de 2018, os 584,7mm já registrados apontam que, neste ano, houve a melhor quadra chuvosa no Ceará desde 2011. Mesmo assim, o número está 2,7% abaixo da média histórica de chuvas: 600.7mm. Os dados são parciais, mas segundo a Fundação Cearense de Meteorologia e Recursos Hídricos (Funceme), são considerados em torno da média, de 505,6mm a 698,8mm. No ano passado, choveu 553,8mm. Neste período - de fevereiro a maio - cai 80% do volume total das precipitações de todo o ano no Estado.

O Litoral Norte apresentou as maiores chuvas com 900,2mm, um número 15,7% acima de sua média histórica. Outra macrorregião que teve um desvio positivo foi o Cariri, com 670mm, 8,7% acima. Por outro lado, o Sertão Central e Inhamuns tiveram as menores precipitações com 466,7mm, abaixo 6,1% do seu volume médio: 497,1mm. O Litoral de Fortaleza, que costuma receber as maiores chuvas, apresentou um desvio negativo de 1,8%, recebendo 784,4mm no quadrimestre.

No dia 22 de fevereiro, a Funceme divulgou um prognóstico indicando que, de março a maio de 2018, havia 45% de probabilidade de chuvas acima da normal climatológica. Além indicar maiores chances de precipitações acima da média, o prognóstico apontou 35% para a categoria em torno da normal e 20% para a categoria abaixo. Antes, em janeiro, previu um cenário positivo entre os meses de fevereiro e março, com 40% de chances de chuvas acima da média.

"O mais provável era a categoria chuvosa. Ficou em torno da média, mas tudo poderia acontecer. A gente pode dizer que não caiu na categoria mais provável indicada", explica o meteorologista David Ferran. Os dados ainda serão concluídos entre os dias 5 a 10 de junho, mas pouca coisa pode mudar. "Não deve ter muita chuva nos próximos dois dias", complementa.

No entanto, David explica que a irregularidade nas chuvas é comum no Estado, pois possui um clima de alta variabilidade. "É típico da nossa região. Em outros lugares do Brasil, há uma variabilidade bem menor. Por isso dificulta o planejamento das atividades. É uma característica do Semiárido", explica. Apesar de a quadra chuvosa acabar neste mês de maio, é possível as chuvas continuarem, nos próximos meses, mas sem a mesma intensidade.

No mês de janeiro, o Vórtice Ciclônico de Altos Níveis (VCAN) atua com mais frequência, mas, na região do Cariri, a frente fria que atinge a Bahia também pode ter influência. De março a abril, a Zona de Convergência Intertropical (ZCIT) se torna o principal sistema indutor de chuvas. A partir deste mês de maio, até os meses de junho e julho, podem ocorrer chuvas graças às Ondas de Leste. "Não significa que estes sistemas não podem atuar em outro período, mas é mais frequente nesses meses", completa David.

Aportes

As chuvas neste ano levaram a significativos aportes nos reservatórios do Ceará. Até ontem (29), havia 17 açudes sangrando, de 30 acima de 90% de seus volumes. Por outro lado, 83 estão com acúmulo inferior a 30% e cinco estão completamente secos. Mas, se os números forem comparados ao ano anterior, a quadra chuvosa representou mais segurança hídrica. A média de todos os reservatórios do Estado no início da quadra chuvosa era de 7,5%, agora, mais que dobrou, tendo 17,1%. No fim do mesmo período, em 2017, o volume médio era 12,6 %.

Ao fim da quadra chuvosa passada, o Açude Castanhão - maior do Estado - apresentava 5,73% de sua capacidade. Agora, está com 8,57%. Já o Banabuiú, que estava com apenas 0,77%, em 2017, chega ao fim deste maio com 7,02%. Dos três maiores do Estado, o único que apresenta número inferior ao ano passado é o Orós, que terminou maio de 2017 com 10,42% e, hoje, tem 9,59%. As bacias do Coreaú (91,93%) e Litoral (82,42%), terminam a quadra chuvosa com os maiores volumes acumulados, enquanto o Médio Jaguaribe (8,47%) é o menor.

O Castanhão chegou a registrar 2,1% de sua capacidade, em fevereiro, mas com as chuvas nos meses seguintes chegou a um aporte de 478.466.873m³, o maior registrado em todos os reservatórios. Isso aconteceu, principalmente, pelo aumento das chuvas na região do Cariri - 8,57% acima da média - , onde está a bacia do Rio Salgado, um dos afluentes do Jaguaribe que abastece o reservatório.

"Não tivemos uma quadra chuvosa que promovesse uma mudança no quadro crítico de nossas reservas hídricas. Não nos leva a ter um segurança de água. Tirando a região Norte, as bacias do Coreaú e Litoral, de uma forma geral, elas estão de 30% para baixo. Ainda é uma reserva muito pequena para garantir um conforto de mais de um ano para frente, principalmente na agricultura irrigada", explica o titular da Secretaria de Recursos Hídricos (SRH), Francisco Teixeira.

Por outro lado, o secretário acredita que a chuva ajudou a repôr a água nos aquíferos e o cenário nos pequenos e médios açudes, melhorando a situação do abastecimento humano. "Nós estávamos na eminência de 20 cidades terem problemas, hoje são de quatro a cinco cidades", informa. Por outro lado, Fortaleza e o Vale do Jaguaribe, segundo Teixeira, terão água para atravessar mais um ano, mas com expectativa na conclusão do Eixo Norte do Projeto de Integração do Rio São Francisco (PISF) até o fim de 2018, trazendo água para o Ceará.

Safra

No campo, a notícia é mais positiva, pois, segundo o relatório da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Ceará (Ematerce), a produção de amendoim, arroz, feijão, mamona, milho, algodão herbáceo e sorgo deve registrar crescimento de 29,38% em relação a 2017. A expectativa é que sejam colhidas 730.409,82 toneladas de grãos, com destaque para o sorgo forrageiro, que deve liderar, com 2.135,82 toneladas, 136% a mais do registrado ano passado. Já a produção do algodão herbáceo deve atingir 1.113,55 toneladas e crescer 120,26%.

Embora os números sejam positivos, a safra deste ano deve sair prejudicada pela baixa precipitação registrada entre março e a primeira quinzena de abril, o chamado veranico. "Isso acabou trazendo uma dificuldade para o processo de reservas hídricas e atrapalhou na manutenção das culturas", explica o titular da Secretaria do Desenvolvimento Agrário (SDA), Francisco de Assis Diniz. "Em maio, teve uma primeira quinzena que garantiu. Foi acima do que estava previsto", completa.

A Pasta já está atualizando as ações e priorizará o atendimento às regiões mais castigadas pela falta de chuvas com instalação de cisternas e apoio de carros-pipa. "Nós vamos olhar para as cidades que têm até 100 cisternas, para universalizar. Depois, vamos ver a ordem de prioridade onde tem uma demanda significa e onde não teve acúmulo de água. Teremos um olhar mais especial para eles", completa.

No Sertão Central, apesar de registrar chuvas 6,1% abaixo da média histórica, com 466,7mm, a safra de sequeiro deste ano está sendo bem melhor em relação aos últimos seis anos. Ainda está havendo colheita de grãos, principalmente de milho e de feijão, todavia as perdas, ainda foram elevadas. Apesar das boas chuvas em abril, os veranicos afetaram muitas lavouras. Por esses motivos, muitos pretendem solicitar o seguro-safra.

Essa é a intenção do líder comunitário Edvan Castelo Branco e de outros 64 produtores da Comunidade de Bonfim Lagoa do Meio, na zona rural de Quixadá. Muitos ainda vão realizar a colheita do milho. Quem já ensacou o feijão, teve perda de cerca de 50%. O preço da saca também está variando muito, entre R$ 70 e R$ 100. O milho só deve começar a ser debulhado de agosto para setembro, explicou.

Os representantes dos escritórios regionais da Ematerce já estão ouvindo os agricultores. O objetivo é realizar um diagnóstico da situação nos municípios do Sertão Central e Sertões de Canindé. Na avaliação do gerente regional no Sertão de Canindé, Onésimo Lima, neste ano, houve boa safra das principais culturas, apesar de não ter chovido o suficiente para repor uma boa carga nos açudes maiores. O Vieirão, em Boa Viagem, continua seco.

GREVE Ceará tem uma rodovia interditada; efeitos se agravam no Interior



Em Juazeiro do Norte, a escassez de combustível fez o prefeito do Município decretar situação de emergência

 por Antonio Rodrigues/ Camila Marcelo/ Márcio Dornelles - Colaborador/repórteres


Rodovia BR-222 é a que continua sob bloqueio no Ceará, com a passagem limitada desde a manhã de ontem, prosseguindo até à noite ( FOTO: REINALDO JORGE )

Fortaleza/Juazeiro do Norte. Ao completarem dez dias de paralisação nesta quarta-feira (30), os caminhoneiros seguem com bloqueios nas rodovias que percorrem o Ceará, agravando o desabastecimento de diversos segmentos produtivos, sobretudo no Interior. Em comunicado na noite de ontem (29), a Polícia Rodoviária Federal (PRF) alterou a nomenclatura que vinha usando e informou que existem apenas "3 pontos de interdições totais" no País, e um deles está localizado no Ceará.

Trata-se do quilômetro 6 da rodovia BR-222, em Caucaia. A reportagem esteve no bloqueio e observou que pelo menos 70 caminhões estão parados no local. Os caminhoneiros estão abordando todos os motoristas que passam na rodovia federal, mesmo os que não concordam com a greve, e pedem para que eles deem uma parada de pelo menos 15 ou 20 minutos. Com relação aos outros caminhões, dependendo da cargas, eles deixam passar.

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Além da BR-222, outro ponto que teve bloqueio ontem foi o km 18 da BR-116, em Itaitinga. No local, diversos caminhões foram estacionados no acostamento da via, nos dois sentidos, e também impediam a passagem de outros veículos de carga. Já no fim da manhã, a PRF informou que interveio para facilitar a saída de cerca de 30 caminhoneiros que quiseram deixar o protesto e seguir viagem. De tarde, a rodovia federal já estava com o trânsito normal.

Já em Chorozinho, no km 70 da BR-116, cerca de 1.000 caminhões ocuparam um trecho do acostamento, impedindo que veículos de carga transitem. Segundo a PRF, o trânsito está liberado somente para carros de passeio, ônibus, ambulâncias e outros serviços de urgência.

Emergência em Juazeiro

A escassez de combustíveis fez o prefeito de Juazeiro do Norte, Arnon Bezerra, decretar situação de estado de emergência no Município, ontem (29). O chefe do executivo convocou reunião com os secretários na manhã de hoje para planejar as principais ações emergenciais, priorizando atendimentos em setores básicos emergenciais, em função do interesse público.

Na manhã de ontem, 80% da frota do transporte escolar de Juazeiro do Norte teve que ser interrompida pelo desabastecimento de combustível. Cerca 4 mil alunos ficaram sem aulas. Já o setor de Saúde também foi afetado. As viagens dos pacientes que fazem tratamento em Fortaleza foram suspensas, assim como as visitas domiciliares. No entanto, os serviços essenciais para atendimento de casos de emergência, como as ambulâncias, estão mantidos.

Já o Instituto Médico de Gestão Integrada (Imegi) comunicou que os fornecedores de materiais e medicamentos estão com dificuldade de efetuar a entrega de insumos para o Hospital e Maternidade São Lucas, no mesmo Município. De forma preventiva, para que não haja descontinuidade nos atendimentos de urgência e emergência, as cirurgias eletivas agendadas nesta unidade estão temporariamente suspensas.

Sem voos no Cariri

O Aeroporto de Juazeiro do Norte segue na lista da Infraero, administradora do terminal, como sem combustível para abastecer as aeronaves que trafegam por lá. Boletim emitido na noite de ontem - e sem alteração até o fim desta edição - informava a deficiência na cidade do Cariri cearense e em mais sete terminais pelo País. O conselho continua sendo que o passageiros consulte a companhia aérea na qual comprou o bilhete para saber do status do voo.

Reservas abastecidas

Já em Fortaleza, a Fraport informou que os caminhões-tanque que chegam ao terminal continuam dando uma sobrevida ao estoque e garantindo o funcionamento normal do Aeroporto da Capital. "O Fortaleza Airport recebeu hoje (29/5), uma carreta com combustível. Porém, segue operando nos seus níveis de reserva. Com este reabastecimento, a nova previsão é que as operações sigam até quarta-feira (30/5), final da noite", informou a companhia, no meio da tarde de ontem (29).

Camilo e mais 12 governadores não dispensam nenhum centavo do ICMS sobre combustível


Eles empurram o problema para o Governo Federal


Camilo Santana

Opetista cearense Camilo Santana e mais 12 governadores (Minas, Bahia, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Sergipe, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goiás, Maranhão, Rondônia e Distrito Federal) decidiram não vão abrir mão de um real sequer da arrecadação de ICMS sobre os combustíveis.


A informação é do jornal O Globo desta terça-feira (29).



Como bem lembrou O Antagonista, em busca da reeleição, a turma quer empurrar o problema para o governo federal — ou seja, para nós, os contribuintes.

Nove em cada dez brasileiros querem mais mulheres na política

Pesquisa mostra que população quer mais candidatas na próxima eleição Joana Côrtes – Repórter da Rádio Nacional 20/03/2025 - 20:59 São Paul...