XI CEOD de Campos Sales recebe, Greg Kimberling, maçom de Idaho, EUA...
Prestigiando ainda mais o congresso cearense, da Ordem Demolay, que acontece na cidade sede do Capítulo Thiago Santiago Bezerra.
CARLOS ALBERTO ALBUQUERQUERESPONSÁVEL PELO BLOG CONEXÃO REGIONAL
sábado, 26 de novembro de 2016
CONEXÃO REGIONAL INFORMA
Neste final de semana, Campos Sales sedia, através do Capítulo Thiago Santiago Bezerra, da Ordem Demolay local, o XI Congresso Estadual da Ordem Demolay do Ceará...
Presentes estão representantes vários municípios do estado do Ceará: Fortaleza, ipaumirim, Juazeiro do Norte, Iguatu, Nova Russas, Mombaça, Crato, Senador Pompeu, Mauriti, Pacajus, Canindé, Barbalha, Brejo Santo, Quixadá, Independência, Vale do Jaguaribe e Cedro...
Também marcam presença representantes dos Estados: Minas Gerais, Maranhão, Paraíba, Pernambuco e Rio Grande do Norte, além de um representante de Idaho, dos EUA...
Programação do evento conta com palestras, atividades sociais e esportivas, envolvendo cerca de trezentos participantes...
Abertura oficial aconteceu no auditório da agência do INSS e contou com representantes da loja União Maçonica de Campos Sales n° 47; Filhas de Jó, Lírios do Campo; Clube de Mães de Campos Sales e Fortaleza, e ainda o senhor, Pedro Cavalcante, como representante do prefeito, Moesio Loiola. A Orquestra Municipal, Lauro Honorato, sob a regência do maestro, Robério Nobre, apresentou belos números musicais e o Hino Nacional...
Como apoiadores do XI CONGRESSO ESTADUAL DA ORDEM DEMOLAY DO CEARÁ, em Campos Sales, estão: O Boticário, Prefeitura Municipal, Collor Campos, Auto Escola Campos Sales, Grande Conselho do Estado do Ceará e Grande Loja do Estado do Ceará...
É bom salientar que além do aspecto social do evento, a economia local é movimentada, uma vez que os melhores hotéis e pousadas da cidade foram totalmente absorvidas com a hospedagem dos visitantes, além da movimentação noturna da cidade em bares, lanchonetes e restaurantes que estão sendo visitados pelos participantes do congresso...
O capítulo Thiago Santiago Bezerra mostrou coragem e competência para realização de um evento importante como este, uma vez que somente cidades de médio e grande portes, até então realizaram congresso similar...
Congresso acontece em Campos Sales em virtude de o capítulo Thiago Santiago Bezerra, ter conquistado papel de destaque dentro da Ordem, por ter eleito num passado recente um de seus membros como Mestre Conselheiro Estadual e este mesmo integrante, como Mestre Conselheiro Nacional...
É bom salientar que o Capítulo Thiago Santiago Bezerra também chegou a ser destaque estadual e nacional em razão de suas atividades, ao longo dos seus jovens 9 anos de existência...
É bom lembrar que o Demolay que ocupou as posições de: Mestre Conselheiro Estadual e em seguida, Mestre Conselheiro Nacional, foi o jovem, Lucas Albuquerque, acadêmico de Educação Física no IFCE, de Juazeiro do Norte.
OBS: em destaque fotos do evento e de momentos do Demolay, Lucas Albuquerque com seu irmão, também demolay sênior e seus irmãos da Ordem.
Neste final de semana, Campos Sales sedia, através do Capítulo Thiago Santiago Bezerra, da Ordem Demolay local, o XI Congresso Estadual da Ordem Demolay do Ceará...
Presentes estão representantes vários municípios do estado do Ceará: Fortaleza, ipaumirim, Juazeiro do Norte, Iguatu, Nova Russas, Mombaça, Crato, Senador Pompeu, Mauriti, Pacajus, Canindé, Barbalha, Brejo Santo, Quixadá, Independência, Vale do Jaguaribe e Cedro...
Também marcam presença representantes dos Estados: Minas Gerais, Maranhão, Paraíba, Pernambuco e Rio Grande do Norte, além de um representante de Idaho, dos EUA...
Programação do evento conta com palestras, atividades sociais e esportivas, envolvendo cerca de trezentos participantes...
Abertura oficial aconteceu no auditório da agência do INSS e contou com representantes da loja União Maçonica de Campos Sales n° 47; Filhas de Jó, Lírios do Campo; Clube de Mães de Campos Sales e Fortaleza, e ainda o senhor, Pedro Cavalcante, como representante do prefeito, Moesio Loiola. A Orquestra Municipal, Lauro Honorato, sob a regência do maestro, Robério Nobre, apresentou belos números musicais e o Hino Nacional...
Como apoiadores do XI CONGRESSO ESTADUAL DA ORDEM DEMOLAY DO CEARÁ, em Campos Sales, estão: O Boticário, Prefeitura Municipal, Collor Campos, Auto Escola Campos Sales, Grande Conselho do Estado do Ceará e Grande Loja do Estado do Ceará...
É bom salientar que além do aspecto social do evento, a economia local é movimentada, uma vez que os melhores hotéis e pousadas da cidade foram totalmente absorvidas com a hospedagem dos visitantes, além da movimentação noturna da cidade em bares, lanchonetes e restaurantes que estão sendo visitados pelos participantes do congresso...
O capítulo Thiago Santiago Bezerra mostrou coragem e competência para realização de um evento importante como este, uma vez que somente cidades de médio e grande portes, até então realizaram congresso similar...
Congresso acontece em Campos Sales em virtude de o capítulo Thiago Santiago Bezerra, ter conquistado papel de destaque dentro da Ordem, por ter eleito num passado recente um de seus membros como Mestre Conselheiro Estadual e este mesmo integrante, como Mestre Conselheiro Nacional...
É bom salientar que o Capítulo Thiago Santiago Bezerra também chegou a ser destaque estadual e nacional em razão de suas atividades, ao longo dos seus jovens 9 anos de existência...
É bom lembrar que o Demolay que ocupou as posições de: Mestre Conselheiro Estadual e em seguida, Mestre Conselheiro Nacional, foi o jovem, Lucas Albuquerque, acadêmico de Educação Física no IFCE, de Juazeiro do Norte.
OBS: em destaque fotos do evento e de momentos do Demolay, Lucas Albuquerque com seu irmão, também demolay sênior e seus irmãos da Ordem.
Há 11 anos chove abaixo da média no município de Salitre

Salitre. "Se não chover no próximo ano, não sabemos como ficará a situação de nós, agricultores". O desabafo é do agricultor Antônio Justiniano Firmino, que, a exemplo de tantos outros sertanejos, sofre há mais de uma década com os efeitos severos da seca neste município, a 530Km de Fortaleza. A cidade, de pouco menos de 17 mil habitantes, no cariri oeste, divisa do Ceará com Pernambuco e Piauí, enfrenta a pior seca desde a sua fundação, em 1988. Segundo a Fundação Cearense de Meteorologia e Recursos Hídricos (Funceme), a última vez que choveu acima da média no município (663,5mm) foi em 2005. De lá para cá, os agricultores enfrentam sucessivas perdas na lavoura, principal fonte de renda.
>Este é um problema histórico na cidade
O meteorologista do órgão, Raul Fritz, explica que a situação é agravada pela posição geográfica. "O relevo contribui para a escassez de chuva. O município é relativamente alto e muito próximo à Chapada do Araripe. Então as chuvas que chegam do Leste geralmente tendem a cair antes de Salitre, atingindo cidades com Juazeiro do Norte e Crato, por exemplo", detalha.
Desta forma, para que ocorram precipitações consideráveis, o sistema meteorológico deve ser de alta intensidade. "Se o sistema não for forte, as chuvas não vão chegar ou chegarão bem fracas, como vem acontecendo. Isso porque a cidade pode estar do lado oposto em que a montanha recebe os ventos e, dessa forma, fica mais difícil chover", acrescenta.
Perdas
Sem chuva e com os reservatórios próximos à cidade em situação crítica, falta água para consumo e para irrigar a lavoura, sobretudo de mandioca. Há alguns anos, Salitre figurava entre os maiores produtores do tubérculo do Ceará, com mais de 16 mil hectares plantados e quase 200 casas de farinhas. Com a seca, a área de plantio foi reduzida em mais da metade e diversas casas de farinha já fecharam as portas, gerando outro impacto negativo: as demissões. Joelton José Alencar, 31, é proprietário de uma casa de farinha. Segundo conta, nos últimos seis anos, a produção caiu cerca de 75%, passando de 80 mil kg por mês, para apenas 20 mil kg mensais.
O reflexo da redução na produção é a quantidade de funcionários. A fábrica, que antes chegava a empregar 50 funcionários, hoje se mantém apenas com 11 fixos e outros 15 que são chamados de acordo com o volume da produção. "A conta, apesar de cruel, é simples. Se não há mandioca para produzir, temos que enxugar os funcionários para evitar que a fábrica feche, como tantas outras", lamenta.
Plantio
Situação mais dura enfrenta o produtor Raimundo César de Meneses. Dono de uma pequena casa de farinha, que emprega cinco pessoas, ele conta que sua produção hoje é "baixíssima" e acrescenta que não há mais mandioca na cidade. "Salitre que já foi uma grande produtora de mandioca, hoje está comprando de Araripe", lamenta. Ele teme que nos próximos anos os agricultores não tenham mais como se sustentar da roça.
"A coisa está feia. Plantei 20 tarefas neste ano e só consegui colher oito. Não sobra nada para os bichos, que estão morrendo de fome e sede", diz. Há oito anos, lembra Raimundo, apesar de as chuvas não serem intensas, a produção era boa. "Dava para fazer 20 mil Kg por mês, hoje só 10", conclui.
O agricultor Francisco Sinval de Sousa relata que essa tem sido a pior seca que já viu em seus 55 anos de vida. "Plantei cinco tarefas de milho, que dava para colher, por baixo, 50 sacos. Mas no fim, só conseguimos colher três sacos. Como aguentar dessa forma?", questiona o sertanejo, pai de sete filhos.
Reflexos
Com a drástica queda na produção e na colheita, a cidade toda é afetada. Segundo a presidente do Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Salitre, Luzinete Andrade, cerca de 70% da população sobrevive da cultura da mandioca. "Salitre depende quase em sua totalidade da agricultura. Se nossa principal fonte de renda está comprometida, todos sofrem, principalmente o comércio", detalhou.
"Estamos carentes de políticas públicas. Não é prudente viver esperando só pela chuva, se ela não vem, os governos, tanto municipal, estadual e federal, devem dispor de políticas, seja a construção de cisternas, aperfeiçoamento do garantia safra, dentre outros, o que não se pode é deixar a seca destruir o sustento de tanta gente", ressalta.
ENQUETE
Quais são os impactos da seca?
"Está tudo se acabando. Neste ano perdi mais da metade da minha plantação e a colheita foi de baixa qualidade. Milho, feijão e mandioca, quase tudo perdido. Não está dando nem para tirar o sustento da família"
Francisco Sinval de Sousa
Agricultor
"Salitre sempre foi difícil de chuva. Todo mundo que nasce e vive aqui sabe disso, mas a situação, de seis anos para cá, se agravou. É seca atrás de seca sem dar tempo nem de o agricultor se recuperar dos prejuízos do ano passado"
Adão Helindomar Henis
Membro do Sind. Dos trab. Rurais
"O impacto é a morte dos bichos. Não tem comida nem água para eles e, se no próximo ano não chover, vai faltar para nós também. Nem mandioca estamos conseguindo colher. Já tem agricultor se mudando"
Raimundo César de Meneses
Proprietário de casa de farinha

Salitre. "Se não chover no próximo ano, não sabemos como ficará a situação de nós, agricultores". O desabafo é do agricultor Antônio Justiniano Firmino, que, a exemplo de tantos outros sertanejos, sofre há mais de uma década com os efeitos severos da seca neste município, a 530Km de Fortaleza. A cidade, de pouco menos de 17 mil habitantes, no cariri oeste, divisa do Ceará com Pernambuco e Piauí, enfrenta a pior seca desde a sua fundação, em 1988. Segundo a Fundação Cearense de Meteorologia e Recursos Hídricos (Funceme), a última vez que choveu acima da média no município (663,5mm) foi em 2005. De lá para cá, os agricultores enfrentam sucessivas perdas na lavoura, principal fonte de renda.
>Este é um problema histórico na cidade
O meteorologista do órgão, Raul Fritz, explica que a situação é agravada pela posição geográfica. "O relevo contribui para a escassez de chuva. O município é relativamente alto e muito próximo à Chapada do Araripe. Então as chuvas que chegam do Leste geralmente tendem a cair antes de Salitre, atingindo cidades com Juazeiro do Norte e Crato, por exemplo", detalha.
Desta forma, para que ocorram precipitações consideráveis, o sistema meteorológico deve ser de alta intensidade. "Se o sistema não for forte, as chuvas não vão chegar ou chegarão bem fracas, como vem acontecendo. Isso porque a cidade pode estar do lado oposto em que a montanha recebe os ventos e, dessa forma, fica mais difícil chover", acrescenta.
Perdas
Sem chuva e com os reservatórios próximos à cidade em situação crítica, falta água para consumo e para irrigar a lavoura, sobretudo de mandioca. Há alguns anos, Salitre figurava entre os maiores produtores do tubérculo do Ceará, com mais de 16 mil hectares plantados e quase 200 casas de farinhas. Com a seca, a área de plantio foi reduzida em mais da metade e diversas casas de farinha já fecharam as portas, gerando outro impacto negativo: as demissões. Joelton José Alencar, 31, é proprietário de uma casa de farinha. Segundo conta, nos últimos seis anos, a produção caiu cerca de 75%, passando de 80 mil kg por mês, para apenas 20 mil kg mensais.
O reflexo da redução na produção é a quantidade de funcionários. A fábrica, que antes chegava a empregar 50 funcionários, hoje se mantém apenas com 11 fixos e outros 15 que são chamados de acordo com o volume da produção. "A conta, apesar de cruel, é simples. Se não há mandioca para produzir, temos que enxugar os funcionários para evitar que a fábrica feche, como tantas outras", lamenta.
Plantio
Situação mais dura enfrenta o produtor Raimundo César de Meneses. Dono de uma pequena casa de farinha, que emprega cinco pessoas, ele conta que sua produção hoje é "baixíssima" e acrescenta que não há mais mandioca na cidade. "Salitre que já foi uma grande produtora de mandioca, hoje está comprando de Araripe", lamenta. Ele teme que nos próximos anos os agricultores não tenham mais como se sustentar da roça.
"A coisa está feia. Plantei 20 tarefas neste ano e só consegui colher oito. Não sobra nada para os bichos, que estão morrendo de fome e sede", diz. Há oito anos, lembra Raimundo, apesar de as chuvas não serem intensas, a produção era boa. "Dava para fazer 20 mil Kg por mês, hoje só 10", conclui.
O agricultor Francisco Sinval de Sousa relata que essa tem sido a pior seca que já viu em seus 55 anos de vida. "Plantei cinco tarefas de milho, que dava para colher, por baixo, 50 sacos. Mas no fim, só conseguimos colher três sacos. Como aguentar dessa forma?", questiona o sertanejo, pai de sete filhos.
Reflexos
Com a drástica queda na produção e na colheita, a cidade toda é afetada. Segundo a presidente do Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Salitre, Luzinete Andrade, cerca de 70% da população sobrevive da cultura da mandioca. "Salitre depende quase em sua totalidade da agricultura. Se nossa principal fonte de renda está comprometida, todos sofrem, principalmente o comércio", detalhou.
"Estamos carentes de políticas públicas. Não é prudente viver esperando só pela chuva, se ela não vem, os governos, tanto municipal, estadual e federal, devem dispor de políticas, seja a construção de cisternas, aperfeiçoamento do garantia safra, dentre outros, o que não se pode é deixar a seca destruir o sustento de tanta gente", ressalta.
ENQUETE
Quais são os impactos da seca?
"Está tudo se acabando. Neste ano perdi mais da metade da minha plantação e a colheita foi de baixa qualidade. Milho, feijão e mandioca, quase tudo perdido. Não está dando nem para tirar o sustento da família"
Francisco Sinval de Sousa
Agricultor
"Salitre sempre foi difícil de chuva. Todo mundo que nasce e vive aqui sabe disso, mas a situação, de seis anos para cá, se agravou. É seca atrás de seca sem dar tempo nem de o agricultor se recuperar dos prejuízos do ano passado"
Adão Helindomar Henis
Membro do Sind. Dos trab. Rurais
"O impacto é a morte dos bichos. Não tem comida nem água para eles e, se no próximo ano não chover, vai faltar para nós também. Nem mandioca estamos conseguindo colher. Já tem agricultor se mudando"
Raimundo César de Meneses
Proprietário de casa de farinha
sexta-feira, 25 de novembro de 2016
Ordem Demolay de Campos Sales realiza CEOD 2016
Nos dias 25 é 26 de novembro, Campos Sales será palco de um evento único na sua história...
Cerca de 400 participantes de vários municípios do Ceará, além de representantes de vários Estados e até um representante norte-americano, participarão do Congresso Estadual da Ordem Demolay, promovido através do Capítulo local, Thiago Santiago Bezerra...
Uma vasta programação acontece nestes dois dias, e temas importantes serão debatidos pelos demolays locais e visitantes convidados...
Abertura oficial ocorrerá a partir das 20 horas, no auditório da agência do INSS...
Autoridades locais foram convidadas a participarem da abertura...
Evento é de especial grandeza e só terá um semelhante no próximo ano em Buffalo, nos Estados Unidos da América...
Adolescentes e jovens da Ordem Demolay de Campos Sales, sob a tutela da loja maçonica local, dão exemplo à toda sociedade do grau de crescimento social que eles absorvem como formação cidadã e amor à cidade que eles amam e defendem com profundidade e senso de responsabilidade social...
Por Carlos Alberto Albuquerque radialista.
O clero é rico de dinheiro e de soberba, diz Papa Francisco
Ao discursar nesta quinta-feira (24), no Vaticano, para delegações de jesuítas de todo o mundo" 5, o papa Francisco criticou o clero e disse que ele é “rico” não apenas de “dinheiro”, mas também de “soberba”. O discurso se deu durante evento,da 36ª Congregação dos Jesuítas, quando o Sumo Pontífice discursou para os presentes. As informações são da Agência italiana ANSA.
“O clericalismo é rico. E se não é rico de dinheiro, o é de soberba. Mas é rico, tem um apego às posses. Ele não se deixa ser criado pela mãe pobreza, não deixa que protejam o muro da pobreza. O clericalismo é uma das piores formas de riqueza pelas quais a Igreja é acometida, ao menos em alguns lugares da Igreja e mesmo nas experiências mais cotidianas”, afirmou o papa Jorge Mario Bergoglio.
O religioso argentino – que foi o primeiro jesuíta a ser eleito Papa – também disse que “as críticas” feitas à Companhia de Jesus e a ele são “têm um sabor de tipo restauracionista. Vale a pena dizer que são críticas que desejam uma restauração. Por detrás da críticas, há este tipo de pensamento”, afirmou.
No encontro, Francisco também comentou que, atualmente, faltam políticos que lutam pelos seus ideais e incentivam o diálogo. “Em geral, a minha opinião é que os políticos caíram. Não há mais aqueles grandes políticos que eram capazes de serem levados a sério, de seguirem com seus ideais, de não temerem nem os diálogos e nem a luta e que também andavam adiante, com inteligência e com o carisma próprio da política. E sobre isso, acredito que as polarizações não ajudam. O que ajuda na política, ao contrário, é o diálogo”, disse Bergoglio. (ANSA)
Ao discursar nesta quinta-feira (24), no Vaticano, para delegações de jesuítas de todo o mundo" 5, o papa Francisco criticou o clero e disse que ele é “rico” não apenas de “dinheiro”, mas também de “soberba”. O discurso se deu durante evento,da 36ª Congregação dos Jesuítas, quando o Sumo Pontífice discursou para os presentes. As informações são da Agência italiana ANSA.
“O clericalismo é rico. E se não é rico de dinheiro, o é de soberba. Mas é rico, tem um apego às posses. Ele não se deixa ser criado pela mãe pobreza, não deixa que protejam o muro da pobreza. O clericalismo é uma das piores formas de riqueza pelas quais a Igreja é acometida, ao menos em alguns lugares da Igreja e mesmo nas experiências mais cotidianas”, afirmou o papa Jorge Mario Bergoglio.
O religioso argentino – que foi o primeiro jesuíta a ser eleito Papa – também disse que “as críticas” feitas à Companhia de Jesus e a ele são “têm um sabor de tipo restauracionista. Vale a pena dizer que são críticas que desejam uma restauração. Por detrás da críticas, há este tipo de pensamento”, afirmou.
No encontro, Francisco também comentou que, atualmente, faltam políticos que lutam pelos seus ideais e incentivam o diálogo. “Em geral, a minha opinião é que os políticos caíram. Não há mais aqueles grandes políticos que eram capazes de serem levados a sério, de seguirem com seus ideais, de não temerem nem os diálogos e nem a luta e que também andavam adiante, com inteligência e com o carisma próprio da política. E sobre isso, acredito que as polarizações não ajudam. O que ajuda na política, ao contrário, é o diálogo”, disse Bergoglio. (ANSA)
Ciência & Saúde ›
Pesquisa
Tomar sorvete de manhã lhe deixa mais inteligente, diz estudo
Durante a pesquisa, os voluntários tinham que tomar sorvete logo ao acordar (Foto: Divulgação)
Um estudo realizado pela Universidade Kyorin, em Tóquio, aponta que tomar sorvete logo no café da manhã deixa as pessoas mais inteligentes. O professor Yoshihiko Koga, líder do estudo, afirma que o alimento não só ajuda a manter o estado de alerta e atenção das pessoas, como melhora o desempenho mental.
Durante a pesquisa, os voluntários tinham que tomar sorvete logo ao acordar. Depois eles tinham que completar uma série de exercícios mentais em um computador. Koga concluiu que as pessoas que tomaram sorvete de manhã tinham melhores tempos de reação e melhor capacidade de processar informação do que as do grupo controle, que não tomaram sorvete logo cedo.
Segundo o jornal Metro, o investigador repetiu os testes usando água fria em vez de sorvete e os resultados não foram iguais. A teoria é a de que a combinação do frio com o açúcar proporciona a melhora na inteligência, mas é preciso fazer mais estudos sobre o tema.
Notícias ao Minuto
Pesquisa
Tomar sorvete de manhã lhe deixa mais inteligente, diz estudo
Durante a pesquisa, os voluntários tinham que tomar sorvete logo ao acordar (Foto: Divulgação)
Um estudo realizado pela Universidade Kyorin, em Tóquio, aponta que tomar sorvete logo no café da manhã deixa as pessoas mais inteligentes. O professor Yoshihiko Koga, líder do estudo, afirma que o alimento não só ajuda a manter o estado de alerta e atenção das pessoas, como melhora o desempenho mental.
Durante a pesquisa, os voluntários tinham que tomar sorvete logo ao acordar. Depois eles tinham que completar uma série de exercícios mentais em um computador. Koga concluiu que as pessoas que tomaram sorvete de manhã tinham melhores tempos de reação e melhor capacidade de processar informação do que as do grupo controle, que não tomaram sorvete logo cedo.
Segundo o jornal Metro, o investigador repetiu os testes usando água fria em vez de sorvete e os resultados não foram iguais. A teoria é a de que a combinação do frio com o açúcar proporciona a melhora na inteligência, mas é preciso fazer mais estudos sobre o tema.
Notícias ao Minuto
Fisioterapia em debate no Cariri
A fisioterapia do Cariri estará em debate nesta sexta e sábado, dias 25 e 26, durante o III Simpósio de Fisioterapia Estácio FMJ – III SIMFISIO, com grandes nomes da área debatendo temáticas atuais e práticas profissionais. O evento será aberto às 9 horas de hoje, no auditório da Estácio FMJ, em Juazeiro do Norte. O evento terá como tema central “Fisioterapia Contemporânea: Integralidade, evidências e novas perspectivas”.
Os palestrantes irão abordar questões relacionadas à Clínica Escola de Fisioterapia: Práticas e Evidências, já em plena atividade na instituição e com atendimentos gratuitos ao público, além de tratamentos com equipamentos exclusivos; empreendedorismo na área, noções de microfisioterapia, ventilação mecânica em pacientes críticos, microagulhamento, perícia fisioterapêutica, dentre outras importantes temáticas.
O coordenador do curso de Fisioterapia, Rodrigo Mousinho, presidente do III SIMFISIO, afirma que o evento traz uma grande relevância para o conhecimento, tanto acadêmico quanto profissional da fisioterapia contemporânea, em sua integralidade, baseada em evidências e suas novas perspectivas. “Grandes nomes da fisioterapia local e regional trarão novos conhecimentos e questionamentos”, afirma.
Durante o evento, serão realizados ainda minicursos como o de Fisioterapia nos distúrbios do sono, ventosaterapia, eletrotermofototerapia, técnicas de higienização de vias aéreas superiores, clareamento de manchas, aplicabilidade da faixa costocinética nos distúrbios respiratórios e estabilização segmentar lombar.
flavio pinto
A fisioterapia do Cariri estará em debate nesta sexta e sábado, dias 25 e 26, durante o III Simpósio de Fisioterapia Estácio FMJ – III SIMFISIO, com grandes nomes da área debatendo temáticas atuais e práticas profissionais. O evento será aberto às 9 horas de hoje, no auditório da Estácio FMJ, em Juazeiro do Norte. O evento terá como tema central “Fisioterapia Contemporânea: Integralidade, evidências e novas perspectivas”.
Os palestrantes irão abordar questões relacionadas à Clínica Escola de Fisioterapia: Práticas e Evidências, já em plena atividade na instituição e com atendimentos gratuitos ao público, além de tratamentos com equipamentos exclusivos; empreendedorismo na área, noções de microfisioterapia, ventilação mecânica em pacientes críticos, microagulhamento, perícia fisioterapêutica, dentre outras importantes temáticas.
O coordenador do curso de Fisioterapia, Rodrigo Mousinho, presidente do III SIMFISIO, afirma que o evento traz uma grande relevância para o conhecimento, tanto acadêmico quanto profissional da fisioterapia contemporânea, em sua integralidade, baseada em evidências e suas novas perspectivas. “Grandes nomes da fisioterapia local e regional trarão novos conhecimentos e questionamentos”, afirma.
Durante o evento, serão realizados ainda minicursos como o de Fisioterapia nos distúrbios do sono, ventosaterapia, eletrotermofototerapia, técnicas de higienização de vias aéreas superiores, clareamento de manchas, aplicabilidade da faixa costocinética nos distúrbios respiratórios e estabilização segmentar lombar.
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