CARLOS ALBERTO ALBUQUERQUERESPONSÁVEL PELO BLOG CONEXÃO REGIONAL

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domingo, 9 de março de 2025

Cientistas investigam ácido graxo como possível causa do autismo

Catraca Livre
História de Thatyana Costa
 

Doctors performing a cesarean section in the operating room - Buenos Aires - Argentina© iStock/ruizluquepaz



Pesquisadores da Universidade de Fukui podem ter descoberto a causa do autismo ao identificarem uma possível relação entre ácidos graxos no sangue do cordão umbilical e o risco de desenvolvimento do transtorno. O estudo, realizado com 200 crianças, aponta para um composto específico que pode impactar diretamente a gravidade dos sintomas do Transtorno do Espectro Autista (TEA).


Ligação entre o sangue do cordão umbilical e o autismo

Os cientistas investigaram amostras de sangue do cordão umbilical e os níveis de ácidos graxos poli-insaturados (AGPI) presentes nessas amostras, correlacionando esses dados com as pontuações de autismo observadas em crianças de 6 anos. O foco do estudo foi um composto chamado diHETrE, cujos níveis elevados podem estar associados a dificuldades em interações sociais, enquanto níveis baixos podem estar ligados a comportamentos repetitivos e restritivos.

A correlação foi mais pronunciada em meninas do que em meninos, indicando que o impacto de esse composto pode variar conforme o gênero. Embora os resultados sejam promissores, os pesquisadores alertam que mais estudos são necessários para confirmar as descobertas.
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Detalhes do estudo e implicações futuras

As amostras de sangue do cordão umbilical foram coletadas logo após o nascimento das crianças e preservadas adequadamente. Analisando essas amostras, os cientistas conseguiram mapear a relação entre os níveis de diHETrE e os sintomas do TEA aos 6 anos. Caso esses resultados sejam confirmados, medir os níveis desse composto poderia se tornar uma ferramenta útil para prever o risco de autismo.


Os pesquisadores também sugerem que uma possível prevenção do TEA poderia ocorrer através da modulação do metabolismo de diHETrE durante a gestação, embora mais pesquisas sejam necessárias para entender os potenciais efeitos dessa abordagem.


O autismo, também denominado Transtorno do Espectro Autista (TEA), é uma condição que afeta o desenvolvimento cerebral e abrange uma série de desafios relacionados a habilidades sociais, de comunicação e comportamentais. De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), cerca de 1 em cada 100 crianças é diagnosticada com autismo. Embora as manifestações e necessidades de cada indivíduo possam ser muito distintas, o estudo contínuo das causas do autismo, como este realizado pela Universidade de Fukui, pode proporcionar avanços significativos no diagnóstico precoce e nas estratégias de intervenção.
Autismo na fase adulta: desafios e conquistas

O autismo na fase adulta é frequentemente negligenciado, com desafios específicos em áreas como emprego, relacionamentos e saúde mental. A falta de apoio contínuo após a adolescência pode dificultar a adaptação. Contudo, adultos autistas demonstram resiliência, contribuindo de maneira significativa para a sociedade, quando recebem suporte adequado. Clique aqui para saber mais.

Viagens de avião ainda são seguras? Especialistas explicam

CNN Brasil
História de Marnie Hunter e Julia Buckley


Viagens de avião ainda são seguras? Especialistas explicam

O incidente desta semana no Aeroporto Chicago Midway, nos Estados Unidos, onde uma aeronave da Southwest quase colidiu com um jato particular, é o mais recente de uma série de ocorrências que têm deixado passageiros apreensivos. Nos EUA, esse episódio soma-se a um acidente fatal sobre o Rio Potomac, próximo ao Aeroporto Nacional Ronald Reagan, à queda de um jato Medevac, na Filadélfia, e ao desastre de uma companhia regional na costa de Nome, no Alasca, que resultou na morte de 10 pessoas. Outros incidentes em fevereiro incluíram um voo da Delta, que precisou fazer um pouso de emergência em Atlanta devido a uma cabine tomada por fumaça, e o voo 4819 da mesma companhia, que sofreu um pouso forçado, capotou e ficou de cabeça para baixo no Aeroporto Internacional de Toronto Pearson – uma ocorrência surpreendentemente sem vítimas. Esses acontecimentos na América do Norte vieram logo após os trágicos acidentes envolvendo a Jeju Air e a Azerbaijan Airlines, em dezembro de 2024, sem esquecer o preocupante desprendimento de um painel de porta de um Boeing, nos EUA, e a colisão em solo no Japão, ambos no ano anterior. Diante desse cenário, a ansiedade entre os viajantes aumentou. Mas há motivo para preocupação? “Não sei se os passageiros deveriam estar assustados, mas é fundamental que exijam das autoridades e das empresas aéreas o máximo de esforços para garantir a segurança dos voos”, afirma Anthony Brickhouse, especialista em segurança da aviação nos EUA. Mesmo considerando os acidentes graves, ele ressalta: “Estatisticamente, é mais seguro estar em um avião do que dirigir até o aeroporto.” Segundo Brickhouse, que tem décadas de experiência em engenharia aeroespacial e investigação de acidentes, “o transporte aéreo continua sendo o meio de locomoção mais seguro”. Padrão preocupante Após um acidente aéreo, a investigação para entender as causas e evitar novas tragédias é essencial, diz Brickhouse. No entanto, ele destaca que o Conselho Nacional de Segurança nos Transportes dos EUA (NTSB), responsável por essas análises, não tem poder regulatório. As recomendações do NTSB precisam ser implementadas por órgãos como a Administração Federal de Aviação (FAA), o que nem sempre acontece ou pode levar anos. “Esse processo precisa ser agilizado”, alerta Brickhouse. Sobre o desastre em Washington, ele admite que, embora triste, não ficou surpreso. “Na segurança, observamos padrões – eventos que se repetem. E quando há sucessivos quase acidentes, mais cedo ou mais tarde, um deles se concretiza.” A sequência de incidentes em aeroportos dos EUA no início de 2023 levou a FAA a criar uma equipe independente de revisão de segurança. O relatório final, divulgado em novembro do mesmo ano, apontou fatores preocupantes como financiamento instável, tecnologia ultrapassada, falta de controladores de tráfego aéreo e requisitos de treinamento excessivos – desafios que comprometem a segurança. A FAA anunciou medidas emergenciais, incluindo a contratação e o treinamento de novos controladores. No entanto, a escassez desses profissionais ainda pressiona o sistema aéreo americano. No dia do acidente em Washington, um único controlador acumulava duas funções e gerenciava tanto o tráfego local quanto o de helicópteros, o que, segundo uma fonte da aviação, não é incomum. "Extremamente seguro" Apesar dos desafios, os dados continuam favoráveis à segurança da aviação. “O acidente em Washington foi um evento trágico, mas isolado”, diz Guy Gratton, professor de aviação e meio ambiente na Universidade de Cranfield e piloto comercial no Reino Unido e nos EUA. O relatório de segurança da Associação Internacional de Transporte Aéreo (IATA), publicado em fevereiro de 2025, mostra que, em 2024, ocorreu um acidente a cada 880 mil voos – sete deles fatais em um total de 40,6 milhões de decolagens. Foram registradas 244 mortes a bordo, um aumento em relação às 72 do ano anterior. O relatório de 2023 já havia classificado aquele ano como “excepcionalmente seguro”. A taxa de acidentes foi de 1,13 por milhão de voos em 2024, um leve aumento em relação ao índice de 1,09 em 2023. No entanto, os números mostram uma melhora significativa ao longo dos anos: entre 2011 e 2015, a média era um acidente a cada 456 mil voos, enquanto agora é um a cada 810 mil. Ainda assim, dados da Bloomberg indicam que 2024 foi o ano mais fatal para a aviação desde 2018, quando mais de 500 pessoas perderam a vida em acidentes, incluindo o da Lion Air, o primeiro causado por falhas no Boeing Max. Segundo a IATA, a segurança aérea melhorou 61% na última década. Estudo liderado por Arnold Barnett, professor do MIT, destaca essa evolução. Entre 2018 e 2022, o risco de morte em um voo foi de 1 em 13,7 milhões de embarques – estatisticamente menor do que a chance de ser atacado por um tubarão ou de dar à luz quadrigêmeos. Esse número já havia melhorado em relação ao período entre 2008 e 2017 (1 em 7,9 milhões) e caiu drasticamente comparado aos anos de 1968 a 1977, quando o risco era de uma morte a cada 350 mil embarques. Nos últimos 50 anos, a segurança aérea avançou significativamente. “Hoje, o risco de morrer em um acidente de avião é 38 vezes menor do que na década de 1970”, afirma Barnett. Após a tragédia em Washington, Brickhouse espera que as falhas do sistema ganhem mais visibilidade. “Colocar um holofote nessas questões pode nos dar a oportunidade de melhorar onde for necessário”, conclui. Gratton concorda. “Claramente, houve uma falha nos sistemas”, disse ele sobre o acidente em Washington, acrescentando que as recomendações para evitar novas tragédias serão aplicadas imediatamente nos EUA e, em seguida, em outros países. “O simples fato de que isso acontece é o que torna a aviação tão segura”, afirmou. Ele comparou a resposta global da aviação a acidentes aéreos com a maneira como outros tipos de tragédias são tratados. “Se um acidente de trânsito matasse 20 pessoas na rua da sua casa, haveria um relatório detalhado em um ano, com recomendações sendo implementadas nacionalmente? Não, porque o sistema de transporte rodoviário não é nem de perto tão rigoroso quanto a aviação na investigação de falhas e na implementação de melhorias. E é isso que garante a segurança dos voos.” Aprendendo com os erros No entanto, nem tudo é tranquilizador. Tanto Gratton quanto Geoffrey Thomas, editor do site de aviação 42,000 Feet e fundador do AirlineRatings, apontam que a ocorrência de três acidentes fatais em um único mês — com as companhias Jeju Air, Azerbaijan Airlines e American Airlines — reflete um cenário mais complexo, marcado pelo aumento do tráfego aéreo e pelo crescimento de zonas de conflito. Gratton também alerta para um fenômeno chamado “normalização da deviação” no acidente em Washington — quando práticas irregulares vão sendo aceitas como normais, em vez de seguir rigorosamente os protocolos de segurança. “Um exemplo clássico é que, até 1912, era comum que os navios cruzassem o Atlântico Norte em alta velocidade, mesmo em áreas repletas de icebergs”, disse ele. O naufrágio do Titanic mudou essa prática. “Mas estamos em 2025, não em 1912 — o que precisamos fazer é antecipar problemas, analisar os quase-acidentes, avaliar probabilidades estatísticas e usar esses dados para aprimorar a segurança”, continuou. “Quando deixamos de fazer isso e seguimos com práticas inseguras, chamamos isso de normalização da deviação. E acho que há um argumento sólido para dizer que foi isso que aconteceu nesse caso.” Gratton afirma que um helicóptero não teria permissão para sobrevoar em baixa altitude sob uma aeronave em procedimento de pouso no Aeroporto de Heathrow, em Londres. Após o acidente em Washington, o corredor aéreo usado pelo helicóptero foi fechado indefinidamente pela FAA, segundo um porta-voz da agência. Já Thomas fez críticas à classe política dos EUA em relação à série de incidentes recentes. “Minha opinião é que o Congresso dos EUA tem sistematicamente negado à FAA o financiamento necessário, comprometendo a qualidade da supervisão da aviação e do controle de tráfego aéreo”, disse ele logo após o acidente em Washington. “Quase todos os anos vemos disputas políticas sobre o orçamento da FAA.” Em julho de 2024, grupos do setor aéreo pressionaram o Congresso a cobrir os déficits de financiamento da agência. “Agora há um jogo de empurra, mas a verdade é que tanto republicanos quanto democratas cortaram recursos da FAA, impedindo que os EUA tenham o melhor sistema de controle de tráfego aéreo do mundo”, disse Thomas. “É um ótimo sistema — esse foi o primeiro acidente fatal desde 2009 e o mais grave desde 2001 — mas é o melhor? Não.” Mesmo assim, os especialistas reforçam que voar continua sendo o meio de transporte mais seguro. “As pessoas tendem a pensar apenas no voo que estão prestes a pegar, mas a realidade é que há mais de 100 mil voos comerciais por dia no mundo. É extraordinariamente seguro”, disse Thomas. “Voar é incrivelmente seguro”, reforçou Gratton. “E todos os processos criados ao longo dos anos para garantir essa segurança ainda estão em vigor.” Lidando com o medo de voar Se a preocupação com a segurança dos voos persiste, saiba que você não está sozinho. Segundo a Cleveland Clinic, a aerofobia — medo de voar — afeta mais de 25 milhões de adultos nos Estados Unidos. Diferente da ansiedade ocasional, a aerofobia se caracteriza por um medo intenso que interfere na vida da pessoa por seis meses ou mais. Cancelar um voo pode parecer a solução mais fácil, mas, segundo a psiquiatra Gail Saltz, do Weill Cornell Medical College, isso pode reforçar o medo e dificultar sua superação. “Cada vez que você evita um voo, seu mundo fica um pouco menor, enquanto seu medo se torna maior”, explicou Saltz ao CNN Travel. Ela também alerta que recorrer a álcool ou medicamentos para lidar com a ansiedade pode ser prejudicial. A solução, segundo ela, está na terapia de exposição — ou seja, enfrentar o medo, idealmente com o acompanhamento de um profissional. Isso não significa embarcar em pânico. Saltz recomenda técnicas como meditação, relaxamento muscular progressivo e respiração profunda ritmada por 10 minutos antes do voo. Assistir a um filme, ouvir música ou conversar com um companheiro de viagem também pode ajudar. Muitas pessoas com medo de voar se sentem mais confortáveis ao entender melhor como os aviões funcionam. Algumas companhias aéreas europeias oferecem cursos específicos para isso. O mais famoso é o Flying with Confidence, da British Airways, que inclui palestras com pilotos e tripulantes, apoio de um psicólogo e um voo real no final do treinamento. Outros passageiros ansiosos apostam em métodos alternativos, como hipnoterapia ou EFT tapping (técnica de estimulação de pontos de acupuntura). O mais importante, segundo Saltz, é saber que a aerofobia é “altamente tratável”. Basta encontrar o que funciona melhor para você. https://stories.cnnbrasil.com.br/viagem-e-gastronomia/downgrade-no-aviao-veja-como-agir-se-mudarem-sua-classe-no-voo/ *Pete Muntean, Alexandra Skores, Kristen Rogers, Jacopo Prisco, Rebekah Riess e Lex Harvey, da CNN, contribuíram para esta matéria

Causas das mortes de Gene Hackman e Betsy Arakawa são reveladas, entenda

ESTRELANDO
História de Da Redação


O ator morreu uma semana após a esposa© Da Redação

A forma como os corpos de Gene Hackman e Betsy Arakawa foram encontrados gerou muitas dúvidas para os investigadores e fãs do casal. Após uma semana, o Daily Mail revelou que os policiais chegaram nas conclusões das causas das mortes.

De acordo com o jornal, Betsy Arakawa morreu no dia 11 de fevereiro por conta de uma Síndrome Pulmonar por Hantavírus, doença rara transmitida principalmente por ratos.


O ator ganhador de dois Oscars teve a data de morte levantada como dia 18 de fevereiro, uma semana após a esposa. Segundo a médica investigadora Heather Jarrell, as duas mortes foram consideradas naturais, já que a de Gene foi em decorrência do Alzheimer avançado.

Ainda segundo a doutora, o artista não deve ter descoberto a perda da esposa, uma vez que o estado dele era muito grave.

Papa ‘descansa’, tem ‘noite tranquila’ e continua ‘respondendo bem aos tratamentos’, diz Vaticano

O ESTADÃO

História de Redação

O papa Francisco teve uma “noite tranquila” e “descansa” na manhã deste domingo, 09, informou o Vaticano. O pontífice continua apresentando uma melhora gradual e leve e “está respondendo bem aos tratamentos prescritos”, diz a Santa Sé.



A melhora do papa é “consequência da boa resposta à terapia” respiratória, avaliam os médicos. Esta é a primeira vez que a equipe responsável por Francisco relata que ele responde positivamente ao tratamento para a infecção pulmonar diagnosticada após sua internação em 14 de fevereiro.

Seu prognóstico, no entanto, segue “reservado”, o que significa dizer que ele ainda não está fora de perigo.
Com voz cansada, papa Francisco agradece orações pela sua saúde em mensagem de áudio; ouça




Apesar da melhora, prognóstico de Francisco segue reservado. Foto: Claudio Peri/ EFE

Este é o 23.º dia de internação do santo padre para o tratamento de uma pneumonia bilateral e também o quarto domingo consecutivo que o papa não aparecerá para sua bênção semanal ao meio-dia

Durante a última semana, depois de dias com quadro de saúde estável, Francisco teve uma recaída e precisou, novamente, utilizar ventilação mecânica não invasiva. Além dos vários episódios de insuficiência respiratória e broncoespasmo, ele teve insuficiência renal leve e precisou de transfusão de sangue. /Com informações de AP


Vídeo relacionado: Papa Francisco apresenta “melhora leve e gradual”, segundo Vaticano (Dailymotion)

Como mudanças simples podem reduzir o risco de Alzheimer


História de Thatyana Costa
Catraca Livre


Parkinson disease patient, Alzheimer elderly senior, Arthritis person's hand in support of geriatric doctor or nursing caregiver, for disability awareness day, ageing society care service© Getty Images



O Alzheimer, uma das doenças mais comuns entre os idosos, é uma das condições que mais impacta a saúde pública globalmente. Apesar da grande incidência, ainda não existem tratamentos eficazes que possam prevenir ou curar a doença. Contudo, pesquisas recentes sugerem que mudanças simples no estilo de vida podem ajudar a reduzir os riscos para a demência, incluindo o Alzheimer.




Intervenções personalizadas melhoram a saúde cognitiva de idosos

Um estudo realizado nos Estados Unidos, conhecido como Genetic Risk, Midlife Life’s Simple 7 and Incident Dementia in the Atherosclerosis Risk in Communities Study, investigou como pequenas modificações no cotidiano podem contribuir para a saúde cerebral de pessoas idosas com risco de desenvolver Alzheimer. Com a participação de 82 voluntários, os pesquisadores ofereceram um programa personalizado, abordando fatores de risco como sono insatisfatório, depressão, hipertensão e inatividade física.

Os participantes foram incentivados a adotar práticas como o controle da alimentação, meditação, atividades físicas e sociais. O programa também incluía acompanhamento psicológico e educacional. Em comparação com o grupo de controle, que recebeu apenas materiais educativos, os resultados mostraram uma melhora de 74% nos testes cognitivos e físicos do grupo que seguiu o treinamento personalizado.


Vídeo relacionado: Especialista revela estratégias eficazes para prevenir o Alzheimer (111Next)


Especialista revela estratégias eficazes para prevenir o Alzheimer

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Maus hábitos ainda são grandes aliados do Alzheimer

Apesar dos avanços mostrados pela pesquisa, o estudo enfatiza que a implementação de tratamentos personalizados pode ser um desafio, especialmente em comunidades em larga escala. A pesquisa também destaca a importância de abordar maus hábitos como tabagismo, isolamento social e uso excessivo de medicamentos que contribuem para o declínio cognitivo. Para os pesquisadores, o futuro do tratamento de demências pode ser mais eficaz se combinar a redução de riscos com tratamentos médicos específicos.

Sinais de Alzheimer que aparecem até os 25 anos

Estudos recentes indicam que sinais precoces de Alzheimer podem surgir antes dos 25 anos, desafiando a visão convencional de que a doença afeta apenas idosos. Alterações cognitivas e comportamentais, como perda de memória e dificuldade de concentração, podem ser observadas muito mais cedo, exigindo mais atenção e pesquisa. Clique aqui para saber mais.

Câncer de próstata: uma vitamina pode retardar a progressão da doença

História de Caroline Vale

Prostate Cancer Slide© Fornecido por Catraca Livre

Pesquisadores dos Estados Unidos descobriram que um suplemento da vitamina K3, conhecido como menadiona, pode retardar a progressão do câncer de próstata.

O estudo preliminar, realizado em camundongos, oferece novas perspectivas para o tratamento futuro dessa doença.
Como a vitamina K3 atua contra o câncer de próstata?

A menadiona atua confundindo as células cancerígenas, impedindo que reconheçam adequadamente as substâncias que chegam até elas.
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O estudo foi conduzido por uma equipe liderada pelo professor Lloyd Trotman, do Cold Spring Harbor Laboratory (CSHL), um renomado centro de pesquisa nos Estados Unidos. Trotman e seus colegas descobriram que a menadiona ataca um lipídio essencial para as células do câncer de próstata, chamado PI(3)P. Sem ele, as células perdem a capacidade de gerenciar seus processos internos e acabam se destruindo.



Isso fez com que a progressão do câncer diminuísse nos camundongos. “É como um aeroporto. Se todos os aviões que entram perderem sua identificação imediatamente, ninguém sabe para onde eles devem ir em seguida. Aeronaves novas continuam chegando, e o centro de transporte começa a inchar. Isso, em última análise, leva ao estouro da célula”, explicou.

Os pesquisadores acreditam que o modelo do estudo pode ser replicado em humanos. O público-alvo seriam homens que fizeram biópsias e têm uma forma precoce da doença diagnosticada.
A menadiona tem outras aplicações médicas?

Ao estudar a menadiona, os cientistas observaram que a vitamina também pode ser eficaz contra a miopatia miotubular, uma doença genética congênita incurável que impede o crescimento muscular de crianças.

Os pacientes com a condição raramente vivem além da primeira infância. Ao acabar com o PI(3)P com menadiona, eles conseguiram dobrar a expectativa de vida de camundongos com a condição. Se os mesmos benefícios forem vistos em humanos, isso pode significar maior longevidade das crianças diagnosticadas com miopatia miotubular.


Embora os resultados sejam promissores, é importante ressaltar que os estudos ainda estão em fase inicial e foram realizados em modelos animais. São necessárias mais pesquisas para confirmar a eficácia e a segurança da menadiona no tratamento do câncer de próstata e de outras condições em humanos.

Covid-19: Brasil ultrapassa 130,5 mil casos em 2025





Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil

Já os óbitos pela doença somaram 664


De 1° a 22 de fevereiro deste ano, o Brasil já soma 130.507 casos de Covid-19. Já os óbitos pela doença somaram 664. Na Semana Epidemiológica (SE) 08/2025, correspondente ao período de 16/02 a 22/02, foram registrados 22.097 novos casos da doença e 153 mortes. Os dados podem ser acessados no painel do Brasil 61, feito com base nos dados disponibilizados pelo Ministério da Saúde. .

Na SE 08/2025, os estados de São Paulo, Tocantins e Mato Grosso registram os maiores números de novos casos positivos para Covid-19 no país. Apenas em SP foram 8.874 novos registros. Já no TO houve 4.255 pessoas positivas para a doença e em MT foram 1.762 novos casos de Covid-19 em uma semana. As UFs foram as únicas que registraram mais de mil positivos no período.

Em comparação à SE 07/2025, que diz respeito aos dias 9 a 15 de fevereiro, houve uma alta de 61,1% nos casos positivos na SE 08/2025. Em relação aos óbitos, houve um aumento de 86,6%. Os registros na Semana Epidemiológica 7 foram de 13.709 casos e 82 óbitos.
Cenário epidemiológico

O mais recente Boletim InfoGripe da FioCruz, referente à Semana Epidemiológica (SE) 09/2025 – que corresponde o período de 23/02 a 01/03 – aponta que nas quatro últimas semanas epidemiológicas, 81,4% dos óbitos foram por Covid-19 e entre os casos positivos, o percentual da doença ficou em 39,9%

O documento destaca, ainda, que nove das 27 unidades federativas apresentam incidência de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) em níveis de alerta, risco ou alto risco nas últimas duas semanas. Confira os estados: Amazonas, Distrito Federal, Goiás, Mato Grosso, Pará, Rondônia, Roraima, Sergipe e Tocantins. Dentre as nove UFs, sete apresentam sinal de crescimento de SRAG na tendência de longo prazo: Distrito Federal, Goiás, Pará, Rondônia, Roraima, Sergipe e Tocantins.

Conforme o Boletim, a manutenção do aumento de casos de SRAG, com incidências de moderada a alta em vários estados da Região Norte, como PA, RO e RR e TO, e em alguns estados das regiões Centro-Oeste e Nordeste, sendo DF, GO e SE, é justificada pela alta de casos entre crianças e adolescentes de até 14 anos.

Já em GO e no DF, o avanço de SRAG entre crianças de até quatro anos está relacionado, em especial, ao vírus sincicial respiratório (VSR). Em SE, GO e DF, o crescimento de SRAG na faixa etária de 5 a 14 anos está associado ao rinovírus. Nos demais estados, a FioCruz afirma que ainda não é possível determinar qual vírus é o responsável pelo aumento.

O Informe da FioCruz detalha que a Covid-19 continua sendo a principal responsável pelos casos e óbitos de SRAG entre os idosos nas últimas semanas. Porém, os casos da Síndrome associados à doença nessa faixa etária seguem em níveis baixos ou moderados, sem sinal de crescimento na maior parte do país.
#Covid-19#Saúde

Nove em cada dez brasileiros querem mais mulheres na política

Pesquisa mostra que população quer mais candidatas na próxima eleição Joana Côrtes – Repórter da Rádio Nacional 20/03/2025 - 20:59 São Paul...