CARLOS ALBERTO ALBUQUERQUERESPONSÁVEL PELO BLOG CONEXÃO REGIONAL

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quarta-feira, 1 de fevereiro de 2023

Nova Mesa Diretora da Câmara de Aiuaba é aclamada por 10 vereadores






A Câmara Municipal de Aiuaba elegeu na manhã de hoje (31), a nova Mesa Diretora que comandará o Legislativo até o final de janeiro de 2023.

O novo Presidente é o vereador Demontier Anacleto, mais conhecido como Demontier do São Nicolau. O vereador João Nerice é o Vice-presidente. Para a 1ª Secretaria foi eleito o vereador Gustavo Neto e o 2º Secretário, Rigoberto Sousa, todos do PSD.

Dos 11 vereadores da Câmara de Aiuaba, 10 votaram a favor da única chapa inscrita e houve uma abstenção.

A eleição transcorreu em clima de tranquilidade numa demonstração da unidade do grupo político liderado pelo Prefeito Ramilson Moraes.



Após a sessão, os vereadores que compõem a base governista foram ao Gabinete do Prefeito para uma rápida reunião e reafirmação da parceria entre o Executivo e o Legislativo, buscando ações em benefício da população de Aiuaba.

Ramilson parabenizou aos vereadores eleitos e agradeceu o apoio que vem recebendo na aprovação dos projetos encaminhados pelo Executivo.



Presidente Demontier Anacleto e Prefeito Ramilson Moraes, comemoram mais uma vitória em Aiuaba



Repórter Wilrismar Holanda

 

Confiança do comércio cai 4,4 pontos e atinge menor patamar desde março de 2021, aponta sondagem do FGV Ibre





Foto: Valter Campanato/Agência Brasil


Depois de registrar estabilidade em dezembro, a confiança do comércio inicia 2023 em declínio, acumulando queda de 19 pontos nos últimos quatro meses


O índice que mede a confiança do comércio caiu 4,4 pontos em janeiro, para 82,8 pontos, o menor patamar desde março de 2021 (72,5 pontos). Na métrica de médias móveis trimestrais, houve queda de 5,1 pontos, terceira queda seguida. As informações são da sondagem do comércio divulgada pelo Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (FGV Ibre).

De acordo com o economista Otto Nogami, além da queda característica de todo início de ano, existem outras questões importantes a serem consideradas que justificam o declínio. “A primeira é o clima de apreensão que a nossa sociedade vive nos dias de hoje. Então todo esse período pós-eleitoral acaba criando uma apreensão muito grande para o consumidor e toda vez que o consumidor tem essa sensação de apreensão, ele normalmente costuma conter seus gastos. Um outro aspecto importante a ser considerado é que a gente não pode esquecer que a sociedade está altamente endividada, como também está inadimplente”, aponta.

Segundo o economista, “a leitura do comércio está no sentido de que a inadimplência faz com que se reduza o poder de compra das famílias e a redução do poder de compra das famílias acaba inevitavelmente impactando sobre o comércio”.

A queda do mês de janeiro foi disseminada em cinco dos seis principais segmentos do setor. Já o Índice de Situação Atual (ISA-COM) recuou 8,8 pontos, para 79,9 pontos, menor patamar desde fevereiro de 2022 (78,1 pontos).

Por outro lado, no Índice de Expectativas (IE-COM) houve ligeira melhora pelo segundo mês consecutivo, com variação de 0,4 ponto, para 86,5 pontos.

Segundo Nogami, considerando o comportamento da sociedade, o impacto, inevitavelmente, vai recair sobre o Produto Interno Bruto (PIB), ou seja, sobre o nível de atividade econômica. “Essa é uma das razões que levam para que as projeções do PIB para 2023 estejam, em um patamar abaixo de 1%”, diz.

As perspectivas para o setor de comércio no ano de 2023 são cautelosas, como explica o economista. “Pelas projeções que estão sendo realizadas já desde o ano passado, todos eles sinalizam realmente para o nível de atividade económica relativamente baixa. Então, se tenho essa perspectiva de uma atividade económica relativamente baixa, isso significa dizer que o comércio também terá um comportamento de normal para menos”, explica.

Confiança do empresário de serviços cai 2,7 pontos em janeiro na comparação com dezembro, diz FGV Ibre





Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil


Com 89,5 pontos, este é o menor nível do Índice de Confiança de Serviços (ICS) desde fevereiro de 2022

O Índice de Confiança de Serviços (ICS), calculado pelo Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getúlio Vargas (FGV Ibre) caiu 2,7 pontos em janeiro. Com 89,5 pontos, este é o menor nível desde fevereiro de 2022 (89,2 pontos), e o quarto mês consecutivo de queda. O índice também recuou 3,2 pontos em médias móveis trimestrais, mantendo a tendência negativa.

Segundo o economista Felipe Ohana, a condição de incerteza quanto às contas fiscais cria uma insegurança para os empresários sobre o que vai acontecer com a inflação nos próximos meses. “A taxa de juros crescendo, ou seja, acima do que estava previsto antes, é um ponto importante para quem vai fazer investimento e para quem vai desenvolver a confiança no sistema, porque taxa de juros mais elevada significa transações econômicas menores. Considerado isso, a renda vai ser menor, seja associado à taxa de Selic mais alta e ao PIB previsto menor, por isso que a renda crescente de 3% em 2022 vai crescer somente 0,8% em 2023”, explica Ohana.

Ainda de acordo com a sondagem de serviços, o Índice de Situação Atual (ISA-CST) cedeu 0,7 ponto, para 93,6 pontos, menor nível desde março de 2022 (90,9 pontos). A piora do indicador situação atual dos negócios, cuja queda foi de 2,0 pontos, para 92,8 pontos, contribuiu para esse resultado. Já o indicador de volume de demanda atual se acomodou, após cair nos últimos três meses com uma variação de 0,5 ponto, para 94,3 pontos.

Para Ohana, quando a renda cresce menos, a demanda por serviços que são muito elásticos cai. “A confiança nesse segmento cai, ou seja, se você fosse um empresário dessa área, você ia dizer, o crescimento da renda vai ser menor, não vamos gerar tantos empregos e, portanto, é de se esperar que a procura por serviços seja menor. Gastos maiores, pressão inflacionária e elevação da taxa de juros, esses três componentes fazem com que os empresários que vão alocar recursos tenham medo do futuro e, portanto, travem os seus investimentos”, aponta.

O Índice de Expectativas (IE-S) também caiu 4,6 pontos, para 85,5 pontos, menor nível desde março de 2021 (81,3 pontos). Os dois componentes do IE-S também caíram: o indicador de demanda prevista nos próximos três meses recuou 5,6 pontos, para 85,6 pontos; e o indicador de tendência dos negócios nos próximos seis meses recuou 3,7 pontos, para 85,5 pontos, menor patamar desde março de 2021 (84,3 pontos).

A Sondagem de Serviços de dezembro coletou informações de 1.520 empresas entre os dias 1º e 26 do mês.

O que faz um senador? Saiba qual o papel desses representantes no Congresso Nacional





Senado. Foto: Marcos Oliveira/Agência Brasil

Assim como a Câmara dos Deputados, o Senado tem o papel de legislar e fiscalizar o Poder Executivo, além de atribuições exclusivas

O ano de 2023 já começou e, com ele, temos um novo ciclo de representantes eleitos em 2022 para tomar as decisões políticas para o Brasil nos próximos quatro anos. Nas últimas eleições, o povo brasileiro escolheu seus representantes para ocupar um cargo legislativo de oito anos: os senadores. Mas, afinal, o que faz um senador?

O Poder Legislativo no Brasil tem a função de propor leis para melhorias do país, além de fiscalizar as ações do Poder Executivo. Ele é formado por duas Casas: a Câmara dos Deputados e o Senado. A Câmara representa o povo e o Senado, por sua vez, representa os estados; por isso, são eleitos três representantes de cada unidade federativa, independentemente do tamanho da sua população, totalizando 81 senadores no Congresso Nacional.

O cientista político e diretor-geral da Faculdade Republicana, Valdir Pucci, explica a principal diferença de um senador para um deputado.

“O senador da República, diferente dos deputados federais, não é um representante da população, mas é um representante da unidade da federação. Então, ele tem a função de garantir primeiro que os interesses da sua unidade federativa, do seu estado, seja garantido dentro da República e dentro da própria federação e da estrutura do estado.”

Mas tanto os senadores quanto os deputados têm as mesmas funções de legislar, fiscalizar e julgar, como explica a doutora em ciência política Marcela Machado.

“E para além dessa prerrogativa de legislar, ou seja, transformar projetos de lei em políticas públicas, e de fiscalizar os atos do Poder Executivo com o auxílio do TCU [Tribunal de Contas da União], o legislativo também tem a prerrogativa de julgar; julgar o presidente e o vice-presidente em questões de crime de responsabilidade, ministros de estado, comandantes da Marinha, ministro do STF [Supremo Tribunal Federal] e outros habilitados constitucionais.”
Exclusividades do Senado

Apesar de compor o Congresso Nacional, o Senado possui atribuições exclusivas, que não passam pela Câmara dos Deputados, por isso é considerado também como a Câmara Alta do Poder Legislativo Federal. Uma das mais notórias funções são os processos contra presidentes da República e ministros de Estado. Nestes casos, a Câmara apenas autoriza a abertura do processo, caso consiga reunir os votos de dois terços dos deputados. Em seguida, cabe somente ao Senado julgar o cometimento de crimes de responsabilidade pelo acusado, que só será efetivamente afastado do cargo caso dois terços dos senadores votem a favor da procedência da acusação.

Outra prerrogativa exclusiva do Senado é a aprovação de autoridades indicadas pela presidência da República para ocupação de cargos públicos, como destaca o cientista político André César. “Ministros de tribunais superiores, Supremo Tribunal Federal, STJ [Superior Tribunal de Justiça], TST [Tribunal Superior do Trabalho], STM [Superior Tribunal Militar] e também diretores de agências regulatórias. Temos também diretores do Banco Central e embaixadores. Então isso é competência única exclusiva do Senado”.
Eleições

Mas se o mandato dos senadores é de oito anos, por que as eleições ocorrem a cada quatro anos? Segundo a cientista política Marcela Machado, isso ocorre porque a renovação do Senado Federal é feita de maneira alternada.

“A gente não renova os 81 senadores de uma vez. A gente renova um terço da composição do Senado em uma eleição e, na eleição seguinte, a gente renova dois terços, dessa maneira alternada; de forma que a gente nunca vai fazer uma eleição para renovar integralmente a composição do Senado Federal, porque existe esse princípio da alternância.”

Nas eleições de 2022, foi renovado um terço da composição do Senado, de forma que, no pleito de 2026, dois terços dos senadores deverão ser sucedidos.
Prerrogativas

Após serem eleitos, assim como os deputados, os senadores possuem algumas prerrogativas, como explica o cientista político e diretor-geral da Faculdade Republicana, Valdir Pucci.

“O senador é inviolável [civil e penalmente] por seus atos, ações, opiniões e votos para garantir que ele possa representar a sua unidade da federação de forma livre. Agora, é claro [que ele tem] a indicação de funcionários, além da verba de gabinete e de alguns outros benefícios.”

A partir da expedição dos diplomas, os senadores e deputados são submetidos a julgamento perante o STF e não podem ser presos, a não ser em flagrante de crime inafiançável.

Além disso, os parlamentares não podem, desde a expedição do diploma, firmar ou manter contrato com empresa de direito público, autarquia, empresa pública, sociedade de economia mista ou empresa concessionária. Também não podem, a partir da posse, ser proprietários, diretores ou controladores de empresa que goze de favor decorrente de contrato com empresa de direito público, ou nela exercer função remunerada.

O que faz um deputado federal: saiba mais sobre o trabalho desses parlamentares





Foto: Bruno Spada/Câmara dos Deputados

São 513 parlamentares eleitos a cada quatro anos para a Câmara dos Deputados. Divisão de deputados federais por estado é feita por lei complementar. Número varia entre oito e 70, dependendo do tamanho da população de cada local

Nem todo mundo sabe o que faz um deputado federal. A principal função desses parlamentares é legislar e fiscalizar. Mas como isso funciona? Os representantes do povo na Câmara dos Deputados têm como dever propor novas leis e sugerir alteração ou revogação de leis existentes, inclusive da própria Constituição Federal. Também cabe aos deputados federais discutir primeiro sobre qualquer projeto de iniciativa do Executivo, chefiado pelo presidente da República, antes da proposta seguir para o Senado.

As propostas enviadas a essa Casa Legislativa passam por discussão no plenário. No entanto, nem todas as medidas precisam ser discutidas em plenário, algumas podem ser debatidas apenas pelas comissões temáticas da Câmara dos Deputados. Os parlamentares também discutem sobre medidas provisórias de iniciativa do governo federal.

O cientista político André César explica que tudo que envolve o Poder Legislativo passa pela avaliação dos deputados federais, inclusive a abertura de processo de impeachment de chefes do Executivo Federal. Além disso, o especialista também informa que esses parlamentares são eleitos por voto proporcional.

“O deputado eleito é eleito via [voto] proporcional. Se você está em um partido A, B ou C tem um quociente eleitoral - que é a quantidade de número mínimo que você tem que ter para se eleger -, e um quociente partidário [quantidade que o quociente eleitoral se repete dentro da votação do partido e os mais votados do partido se elegem]. Se você está em um partido pequeno, as chances são menores de se eleger - a não ser que seja um grande puxador de votos, como um influencer. Mas, fora isso, uma estrutura melhor é em um partido grande, como PT, MDB e PL”, explica o cientista político.

A definição mínima e máxima de representantes por unidade da federação é feita por meio de lei complementar. Segundo a legislação, a quantidade mínima de deputados federais é de 8 representantes e a máxima é de 70. O cientista político e diretor-geral da Faculdade Republicana, Valdir Pucci, explica que a definição desses números é feita com base no tamanho da população de cada estado e do Distrito Federal.

“Então, à medida que a população cresce, o número de deputados também pode aumentar, e o contrário também. Nós temos os menores estados, que têm oito, por exemplo, o Distrito Federal - que no caso é uma unidade da federação -, e São Paulo, que é o estado mais populoso, tem o máximo que são 70 deputados”, esclarece Pucci.

Já André César acredita que essa legislação provoca distorções de representação das populações locais. “Se você fosse ver a relação representante/eleitor, São Paulo teria que ter em torno de 120/125 deputados. Roraima, por exemplo, era para ter um deputado”, afirma. O estado de São Paulo tem 70 representantes na Câmara dos Deputados - quantidade máxima prevista em lei -, enquanto Roraima tem oito parlamentares, a quantidade mínima.
Controle e fiscalização do Executivo

De acordo com a cientista política especialista em políticas públicas Lethícia Araruna, aos deputados federais compete ainda a obrigação de controlar e fiscalizar atos do presidente da República e fiscalizar ações do Executivo. A Constituição Federal também prevê que os parlamentares da Câmara dos Deputados são os únicos que têm poderes para instaurar processo contra o presidente e vice-presidente da República. Os congressistas também elegem dois deputados federais para integrar o Conselho da República, que se trata de um órgão de consulta superior do presidente.

“Os deputados e deputadas estão envolvidos na aprovação do Orçamento também, em que falam sobre as receitas e despesas do governo, e também podem criar as Comissões Parlamentares de Inquérito (CPI) para fazerem investigações de algum tema ou situação específica”, explica a cientista política.

Lethícia Araruna também esclarece que entre as prerrogativas do cargo parlamentar está o direito de não ser preso, a não ser em casos de flagrante de crime inafiançável. “Embora isso não esteja expresso em Constituição, tem uma jurisprudência do STF que estabelece que o foro [privilegiado] vale somente enquanto a pessoa estiver no cargo ou no mandato”, informa.

Mega-Sena pode pagar R$ 115 milhões nesta quarta-feira (01)





Foto: Marcelo Casall Jr/Agência Brasil


Sorteio do concurso 2.560 será realizado às 20h, com transmissão ao vivo pelas redes sociais da CAIXA


O concurso 2.560 da Mega-Sena vai sortear, na noite desta quarta-feira, 1º de fevereiro, R$ 115 milhões. O sorteio será realizado a partir das 20h, na cidade de São Paulo, com transmissão ao vivo pelo canal da CAIXA no YouTube e no Facebook das Loterias CAIXA.

O valor da aposta simples na Mega é de R$ 4,50.

A aposentada Meire Bispo, de Brasília, Distrito Federal, sempre faz uma "fezinha" na Mega. Ela conta o que fará com parte do prêmio, caso acerte os seis números sorteados neste concurso. “A Mega-Sena é a que mais enche os olhos. Desde que surgiu, eu jogo, principalmente quando [o prêmio] está acumulado. A gente faz uma ‘fezinha’. Meu grande objetivo é investir no hospital do câncer para não deixar as pessoas esperar tanto [por tratamento]”.

Se dona Meire acertar as seis dezenas da Mega-Sena e levar o prêmio sozinha, ao aplicar os 115 milhões de reais na Poupança da CAIXA, receberá mais de 853 mil reais de rendimento somente no primeiro mês.

A Poupança da CAIXA ajuda milhões de brasileiros a poupar há mais de 160 anos. É uma opção de investimento segura e acessível, com remuneração garantida por lei.

Os apostadores têm até esta quarta-feira, sete horas da noite, para jogar na Mega-Sena. Os canais autorizados pelas Loterias CAIXA para venda de produtos lotéricos e registro de apostas são as mais de 13 mil lotéricas CAIXA espalhadas pelo Brasil.

As apostas também podem ser realizadas no portal Loterias CAIXA, pelo app Loterias CAIXA, disponível gratuitamente para usuários IOS e Android, e pelo Internet Banking CAIXA, exclusivo para a Mega-Sena.

As Loterias CAIXA não reconhecem apostas sem seu devido comprovante, impresso nas lotéricas, emitido pelo app Loterias CAIXA ou Portal Loterias CAIXA.

Mais informações sobre a Mega-Sena, acesse loterias.caixa.gov.br

Menopausa: entenda o processo natural que marca o final da menstruação





Foto: Tânia Rêgo/Arquivo/Agência Brasil

Segundo a ginecologista e coordenadora da elaboração do Manual do Climatério do Ministério da Saúde, Giani Cezimbra, a intensidade dos sinais do climatério variam de acordo com o organismo de cada mulher


A menopausa é um fenômeno biológico caracterizado pelo final das menstruações na vida de uma mulher, o que geralmente ocorre entre os 45 e os 55 anos de idade. Para se considerar que uma mulher está na menopausa, ela deve estar há 12 meses sem menstruar.

Os sintomas que antecedem a menopausa são caracterizados como climatério. Nesse caso, ocorrem diversas mudanças físicas e até mesmo emocionais. O conhecimento dos sinais e sintomas permite cuidados individualizados, melhorando a qualidade de vida e o bem-estar nos anos seguintes.

De acordo com Giani Cezimbra, ginecologista e coordenadora da elaboração do Manual do Climatério do Ministério da Saúde, os sinais e a intensidade do climatério dependem do organismo de cada mulher.

“Podem ser mais intensos e podem ser em maior número do que em outros. Muitas sentem sintomas extremamente leves nessa fase e não precisam de nenhum tipo de tratamento, elas ficam bem. Outras podem ter realmente sintomas que incomodam e prejudicam a qualidade de vida e requerem algum tipo de tratamento, de acordo com a especificidade dos sintomas”, destaca a especialista.
Sintomas do climatérioOndas de calor, que geralmente são acompanhadas de vermelhidão no rosto, suores, palpitações no coração, vertigens e cansaço muscular;
Dificuldade para esvaziar a bexiga, dor, perda de urina, infecções urinárias e ginecológicas, ressecamento vaginal, dor na penetração e diminuição da libido;
Aumento da irritabilidade, instabilidade emocional, choro descontrolado, depressão, distúrbios de ansiedade, melancolia, perda da memória e insônia;
Alterações no vigor da pele, dos cabelos e das unhas, que ficam mais finos e quebradiços;
Alterações na distribuição da gordura corporal, que passa a se concentrar mais na região abdominal;
Perda de massa óssea característica da osteoporose e da osteopenia;
Risco aumentado de doenças cardiovasculares.

Lúcia Helena, ginecologista e vice-presidente da Comissão Nacional Especializada em Climatério da Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (Febrasgo), explica que a falta da produção do estrogênio, durante o período do climatério, é o que causa as mudanças físicas e psicológicas na mulher.

“Um dos principais hormônios é o estrogênio e em quase todo o organismo da mulher existem receptores para esses hormônios, então quando a mulher entra na menopausa, ela deixa de produzir alguns hormônios, mas principalmente o estrogênio, e a falta do mesmo leva a consequências físicas e psicológicas”, explica a médica.Mpox ainda é problema de saúde pública, dizem especialistas
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Giani Cezimbra orienta mulheres que estão com idade entre 40 e 55 anos a observarem se a menstruação está descendo com maiores espaços de tempo, se está irregular, se sentem ondas de calor, principalmente enquanto estão dormindo ou estão começando a ter ressecamento vaginal. Nesses casos, a dica é procurar o ginecologista para fazer uma avaliação e se certificar de que esses são os sintomas do período de climatério.

Nove em cada dez brasileiros querem mais mulheres na política

Pesquisa mostra que população quer mais candidatas na próxima eleição Joana Côrtes – Repórter da Rádio Nacional 20/03/2025 - 20:59 São Paul...