CARLOS ALBERTO ALBUQUERQUERESPONSÁVEL PELO BLOG CONEXÃO REGIONAL

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terça-feira, 3 de janeiro de 2023

Campos Sales : Monsenhor José Wilton Leite, faz 51 anos de ordenação sacerdotal


Blog do Amaury Alencar 






Natural de Aurora, Monsenhor José Wilton Leite, foi ordenado sacerdote para o serviço da Igreja em 02 de janeiro de 1972, na Paróquia Senhor Menino Deus – sua paróquia de origem, pela imposição das mãos do então bispo diocesano de Crato, Dom Vicente. Em Farias Brito, na Paróquia Nossa Senhora da Conceição, iniciou o seu ministério sacerdotal, onde esteve por doze anos.
No ano de 1984 foi transferido para a Paróquia de Nossa Senhora da Penha, em Campos Sales, onde se dedicou ao serviço pastoral e educacional, animando a construção de várias capelas nas comunidades rurais e urbanas. O sacerdote é um amante da animação vocacional, quatro anos depois, em 1994, fundou a Associação Religiosa dos Servos do Sagrado Coração de Jesus
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Monsenhor José Wilton Leite (SSCCV)
19 outubro 2017
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Nascimento: 10 de fevereiro de 1936, em Aurora Ceará
Data de Ordenação sacerdotal: 02 de janeiro de 1972
Graduado em História, Filosofia e Teologia pela Universidade Católica de Salvador-BA, Pós-Graduado em Educação pela Universidade Federal do Ceará-UFC. Fez estudos complementares em Atualização e Revisão Científica e formação acadêmica em Parapsicologia na Faculdade José de Anchieta, em São Paulo-SP.
Trabalhos desempenhados:
Destacou-se como professor de Educação Básica (1972-2008) ministrando como Titular os componentes curriculares Sociologia, Filosofia, Língua Portuguesa e História nos Municípios de Farias Brito e Campos Sales, no Estado do Ceará-Brasil.
E m 10 de fevereiro de 1994 – data do seu aniversário natalício, fundou a Congregação Religiosa Servos do Sagrado Coração
_Ministério Ordenado:_


*Pároco da Paróquia Nossa Senhora da Conceição, Farias Brito (1972- 1984)*
*Paróco da Paróquia Nossa Senhora da Penha, em Campos Sales (1984- 2019)*
_Pároco emérito_

COVID-19: governo federal compra 50 milhões de vacinas





Tânia Rêgo/Agência Brasil

Especialistas voltam a alertar que a vacinação é a melhor estratégia para combater o avanço da Covid-19 no país

Especialistas no combate à Covid-19 são categóricos e destacam que a transmissão do vírus não acabou, de modo que todo cuidado é pouco. Entre as medidas protetivas indicadas por médicos infectologistas contra o avanço do coronavírus no Brasil está a vacinação. Diante disso, o governo federal anunciou a compra de 50 milhões de doses adicionais da vacina.

Com o acordo firmado junto à farmacêutica Pfizer, o número total de doses chegará a 150 milhões. A entrega dos imunizantes ocorrerá no segundo trimestre de 2023, entre os meses de abril e junho. O novo contrato do Ministério da Saúde com a Pfizer estabelece que serão compradas vacinas bivalentes para pessoas acima de 12 anos, e doses monovalentes para as faixas etárias de 6 meses a 11 anos.

Ainda segundo o acordo, a farmacêutica poderá entregar imunizantes adaptados a novas variantes que venham a ser aprovados pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Para o médico infectologista, Julival Ribeiro, a vacina sempre é a melhor estratégia para se evitar casos mais graves da doença. “Quanto mais vacinas estiverem disponíveis para a população brasileira, melhor. Isso porque a vacina é a melhor estratégia para se evitar casos graves e mortes”, destaca o especialista. “O ministério também recebeu a vacina bivalente, que é muito importante, porque essa vacina vai nos dar proteção sobre as cepas do coronavírus que estão circulando aqui no Brasil”, esclarece o médico.

Ainda de acordo com Ribeiro, por conta das festas de fim de ano, o aumento dos casos no país inteiro, nos últimos dias, torna o quadro preocupante, sobretudo com a aproximação do Carnaval. O especialista defende uma mobilização geral do governo em todas as esferas para alertar a população sobre a importância da vacina.

“O que estamos observando, na realidade, é um aumento do número de casos no país inteiro e isso é preocupante. As cepas que estão circulando aqui no Brasil são altamente transmissíveis”, alerta. “O mais importante nesse momento, é, através de todas as mídias, o governo federal, estadual e distrital mostrarem a importância da vacina. Um estudo recente mostrou que a vacina é a melhor estratégia para quem quer evitar a infecção por covid-19, diminuindo ou até evitando o número de mortos”, observa.

Cozinheira há 13 anos, Vanda Maria da Cruz, 53 anos, lamenta que houve um desleixo por conta da população em relação aos cuidados contra a doença. Segundo a profissional da cozinha, não adianta o governo fazer a parte dele se o povo não se cuidar adequadamente. “A população relaxou muito, até mesmo no uso de máscara. Quando a gente se protege, não é só contra a covid, mas de outras infecções também”, destaca. “Eu faço o uso de máscara constantemente, andando dentro do ônibus. Quando estou gripada evito contato com outras pessoas e, assim, a gente vai levando”, diz.

De acordo com dados do Conselho Nacional de Secretarias de Saúde (Conass), até o momento, mais de 36,3 milhões de pessoas já foram contaminadas em todo o país. Quase 694 mil foram a óbito. O Ministério da Saúde informa que, a partir de dados das Secretarias Estaduais de Saúde, mais de 182,4 milhões pessoas já foram vacinadas com a primeira dose, no Brasil. O número representa 84,91% da população total. Mais de 172, 4 milhões de pessoas receberam a segunda dose, ou seja, 80,27% da população. Outras 107 milhões, que correspondem a 50% dos brasileiros, já tomaram a dose de reforço.

segunda-feira, 2 de janeiro de 2023

Novas regras do Pix começam a valer na segunda-feira (2); veja o que muda



Marcello Casal Jr/Agência Brasil

Em dezembro, o sistema de pagamentos instantâneos ultrapassou, pela primeira vez, a marca das 100 milhões de transações em um único dia

Novas regras anunciadas pelo Banco Central (BC) para o Pix começam a valer a partir desta segunda-feira (2). A instituição divulgou as mudanças no dia 2 de dezembro, no mesmo dia em que o Pix bateu recorde de 99,4 milhões de transações feitas em um único dia pelos usuários.

No entanto, no dia 20, o sistema ultrapassou pela primeira vez a marca das 100 milhões de transações (alcançando 104,1 milhões).


Entre os destaques das novas regras está a eliminação da obrigatoriedade de limite por transação, mantendo-se apenas o limite por período de tempo.

Ou seja, se o usuário tinha um limite diário total de R$ 1.000, mas um limite de R$ 500 por transação, era necessário realizar duas transferências. Com a mudança, a partir de segunda, poderá fazer apenas uma transferência de R$ 1.000.
Pix saque e troco

Os limites do Pix saque e troco também foram alterados, passando de R$ 500 para R$ 3.000 no período diurno, e de R$ 100 para R$ 1.000 no período noturno.

“Essa medida tem como objetivo adequar os limites usualmente disponibilizados nos caixas eletrônicos para saques tradicionais. Assim, com o Pix Saque, os usuários terão acesso ao serviço com condições similares às do saque tradicional”, explicou o BC, em nota.
Horário noturno

Outra mudança é o horário do limite noturno, que passa a ser flexível e definido pelo cliente, se o banco oferecer essa opção. “A customização do horário noturno diferenciado passa a ser facultativa”, informou o BC.

Conforme a nota da instituição, essa mudança pode ser aplicada até 3 de julho de 2023.

O limite noturno é menor que o diurno e foi estabelecido para prevenir ações de criminosos.
Mudança de limite

A mudança de limite no valor não foi alterada e segue a mesma. Caso o usuário queira reduzir seus limites de Pix, a solicitação deve ser atendida de forma imediata.

Caso ele deseje aumentar, seu banco terá um prazo de 24 horas a 48 horas para avaliar o pedido e aceitá-lo ou não.

“O BC ainda promoveu alteração no regulamento do Pix para, entre outros aperfeiçoamentos operacionais, facilitar o recebimento de recursos por correspondentes bancários por meio do Pix, a exemplo do que já ocorre com as lotéricas, e viabilizar o pagamento de salários, aposentadorias e pensões pelo Tesouro Nacional por meio do Pix”, conclui o comunicado do BC.

Fonte: CNN

Salário mínimo de R$ 1.320 começa a valer hoje






O novo valor do salário mínimo - de R$ 1.320,00 - entra em vigor hoje (1º). O Congresso Nacional aprovou o reajuste em dezembro do ano passado, como forma de compensar a desvalorização do Real diante da inflação do último ano. Em 2022, o valor era R$ 1.212,00.

O governo Bolsonaro chegou a propor R$ 1.302,00, mas durante os debates no Congresso Nacional, a Consultoria de Orçamento do Senado apontou que o valor proposto seria suficiente apenas para repor as perdas inflacionárias do período, não representando nenhum ganho real para quem tem sua fonte de renda atrelada ao mínimo. Depois disso, senadores e deputados federais aprovaram o Orçamento Geral da União para este ano com o mínimo de R$ 1.320,00.



O reajuste com 2,7% de ganho real, ou seja, superior à inflação do último ano, ampliará as despesas federais em cerca de R$ 6,8 bilhões. Isto porque as aposentadorias administradas pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) e vários benefícios sociais e trabalhistas, como o seguro-desemprego, abono do PIS/Pasep, o Benefício de Prestação Continuada (BPC) e outros, são atrelados ao piso nacional, tendo que ser corrigidos.

Valorização

Já as centrais sindicais reivindicavam que o governo federal voltasse a aplicar a Política de Valorização do Salário Mínimo, conforme os termos pactuados em 2007 e abandonados em 2019. Com isso, o piso deveria ser de R$ 1.342,00, contemplando a inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) – que, em 2022, atingiu 5,8% -, mais o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) de dois anos antes – 4,6% em 2020.

Segundo o Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Socioeconômicos (Dieese), em novembro último, o salário mínimo necessário para satisfazer as necessidades básicas (alimentação, moradia, vestuário, educação, higiene, transporte, lazer e previdência) de uma família com quatro pessoas deveria estar em torno de R$ 6.575,30.

(Agência Brasil)

Nelson Martins, diz que há "disputa grande" entre governadores pelo BNB e destaca luta do Ceará




Martins estava nas Relações Institucionais e tem bom trânsito com PDT(foto: Fabio Lima)

Preferência pessoal do ministro Camilo Santana (PT) e do governador Elmano de Freitas (PT) para assumir a gestão do Banco do Nordeste (BNB), o ex-deputado Nelson Martins (PT) destacou neste domingo, 1º, que o Ceará luta para indicar o comando do órgão, mas admitiu “disputa grande” entre governadores do Nordeste pela posição.

“Essa questão do BNB acho que só vai se definir lá para fevereiro. A posição do governador Elmano, do ministro Camilo e da governadora Izolda é de a gente (do Ceará) manter a indicação do BNB. Como a sede é aqui no Ceará e, na maioria das vezes, o banco teve presidentes cearenses, a ideia é manter”, destacou Nelson hoje, durante posse de Elmano.

O ex-deputado destaca, no entanto, que está hoje “totalmente à disposição" para contribuir com a gestão de Elmano no Ceará. Enquanto a questão do BNB não tiver o “martelo batido”, Martins deverá atuar na articulação política do governo do petista, ao lado do secretário indicado para a área, Waldemir Catanho (PT).

Apesar de defender a importância que o BNB teria para o projeto do PT no Ceará, Nelson também destaca existência de uma “corrida” entre governadores pela posição. “A disputa é grande, o estado do Piauí, o Wellington Dias (ex-governador, agora ministro do Desenvolvimento Social), tem interesse. Soube até que o ex-governador de Pernambuco, Paulo Câmara, também tem interesse pelo BNB”, afirma.

“O governador da Paraíba também já manifestou isso, já propôs até que, antes de definir quem seria, Lula reunisse todos os governadores do Nordeste. Então é uma instituição muito importante, então é natural que tenha uma disputa. Mas acho que tem que ficar pelo Ceará, porque sempre ficou conosco e tem sede aqui”, conclui.

o povo

Corpo de Pelé é embalsamado para que velório possa ocorrer dias após a morte






Velório de Pelé começa na manhã de segunda-feira (2)WILLIAM WEST/AFP - 23.6.2002

O corpo do Rei Pelé foi embalsamado para que o velório pudesse ocorrer entre segunda e terça-feira (2 e 3). O ex-jogador morreu na última quinta-feira (29), por falência múltipla de órgãos. Ele lutava contra um câncer de cólon havia mais de um ano.

O embalsamamento vai permitir que o caixão fique aberto durante a cerimônia. O procedimento é o mesmo realizado com o corpo do apresentador Gugu Liberato, que morreu em 2019 após cair do sótão da sua casa em Orlando, na Flórida (EUA), mas foi velado e enterrado no Brasil, uma semana depois.

Desde a confirmação da morte, o corpo de Pelé segue no Hospital Israelita Albert Einstein, na região do Morumbi, em São Paulo. O corpo deixará o local durante a madrugada de domingo (1º) para segunda-feira (2). A tendência é que até as 4h da manhã ele chegue à Vila Belmiro. O velório se iniciará às 10h.

O Governo do Estado de São Paulo disponibilizou um carro de bombeiros para que o corpo de Pelé descesse a serra até Santos em cortejo, mas a família optou por algo discreto.

A Polícia Militar prepara uma megaoperação para a cerimônia de velório, incluindo a escolta para levar o corpo até o estádio Urbano Caldeira. Não se sabe se uma das duas rodovias (Anchieta e Imigrantes) será fechada para o transporte exclusivo do corpo do Rei do Futebol.

R7

domingo, 1 de janeiro de 2023

Governo Lula pode começar com aumento no preço dos combustíveis e alta na inflação





Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil


Novo governo optou por não prorrogar a isenção de impostos federais sobre combustíveis, o que deve causar alta de mais de R$ 0,60 no preço da gasolina, segundo economista

O terceiro mandato de Luiz Inácio Lula da Silva à frente da Presidência da República pode começar com aumento no preço dos combustíveis e alta na inflação. O novo governo petista decidiu não prorrogar a desoneração de impostos sobre combustíveis. Termina neste sábado (31) a vigência das atuais medidas que preveem o fim da isenção de impostos federais (PIS/COFINS e Cide), além da redução das alíquotas do imposto estadual (ICMS) nos combustíveis.

O escolhido para comandar o Ministério da Fazenda, Fernando Haddad, confirmou, no meio da semana, que o novo governo não vai prorrogar a desoneração de impostos dos combustíveis. Entretanto, a equipe econômica de Lula discute a edição de uma Medida Provisória sobre o tema, conforme apurou o Brasil 61.

Para o economista e presidente do Conselho Regional de Economia do Distrito Federal (Corecon-DF), José Luiz Pagnussat, a não-prorrogação da desoneração dos impostos federais deve elevar o preço dos combustíveis e aumentar a inflação. Ele defende que os ganhos fiscais são pequenos para os efeitos negativos na economia, no orçamento das famílias e na inflação.

“O fim da desoneração dos impostos federais sobre os combustíveis pode elevar o preço da gasolina na bomba em mais de R$ 0,60 e do diesel em mais de R$ 0,30. O efeito na inflação é imediato, direto e bastante significativo, dado que a gasolina pesa muito na inflação. Desonerar os impostos sobre combustíveis é uma medida com efeito positivo sobre a inflação, o fim da desoneração vai reverter essa forte redução que observamos na inflação e a retomada do seu crescimento”, afirma Pagnussat.

As medidas de isenção de impostos federais e redução da alíquota dos impostos estaduais foram adotadas no governo de Jair Bolsonaro, devido aos impactos causados pela pandemia de Covid-19 e pela guerra na Europa, entre Rússia e Ucrânia.

O economista e professor de mercado financeiro da Universidade de Brasília, César Bergo, contextualiza as decisões: “Primeiro foi o retorno das atividades normais da economia depois da pandemia. Houve uma pressão da demanda e isso acabou fazendo com que o preço do petróleo subisse no mercado internacional e impactasse os preços no mercado interno.”

Ele explica que “depois aconteceu a guerra no Leste europeu, onde o fornecimento de combustível, de petróleo da Rússia para a Europa foi totalmente cortado, então os preços do barril de petróleo no mercado internacional subiram absurdamente, passando dos US$ 100”. Para Bergo, a situação precisa ser reavaliada já que, segundo ele, abrir mão dos impostos enfraquece as finanças públicas.

Especialistas estimam um impacto de R$50 bilhões nos cofres públicos a partir da desoneração de impostos sobre combustíveis.

Nove em cada dez brasileiros querem mais mulheres na política

Pesquisa mostra que população quer mais candidatas na próxima eleição Joana Côrtes – Repórter da Rádio Nacional 20/03/2025 - 20:59 São Paul...