CARLOS ALBERTO ALBUQUERQUERESPONSÁVEL PELO BLOG CONEXÃO REGIONAL

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quinta-feira, 20 de setembro de 2018

Bando explode carro-forte em Saboeiro, no interior do Ceará





Uma quadrilha explodiu um carro-forte na tarde desta quarta-feira (19) no limite entre as cidades de Saboeiro e Jucás, no interior do Ceará. Conforme a Polícia Militar, os criminosos usavam armas de grande poder destrutivo, como fuzis e metralhadoras, além de material explosivo. Não há relatos de pessoas feridas.


De acordo com um policial, o bando fechou o fluxo de veículo na CE-284, colocando um veículo Onix parado atravessando a pista. O carro-forte colidiu com o automóvel parado e, em seguida, o bando saiu de outros veículos, rendendo os funcionários.


Segundo o policial, os criminosos portavas “dezenas de bananas de dinamite” e explodiram o veículo, após retirar os funcionários do interior do veículo. Conforme a Secretaria da Segurança Pública, o bando era formado por cerca de 10 pessoas.


A Polícia Militar informou que foi ao local e reforçou a segurança nas estradas nas proximidades de onde ocorreu o crime. Até a tarde desta quarta, ninguém havia sido preso.

Crime recorrente no local


O trecho onde ocorreu o crime não tem disponibilidade de comunicação por celular, o que dificulta a troca de informações entre os profissionais da segurança e facilita a ação dos bandidos.


Em 27 de dezembro do ano passado, um carro-forte havia sido explodido no mesmo local, em condições semelhantes. Não há confirmação se a explosão foi cometida pelos mesmos criminosos.

Com informação do G1

quarta-feira, 19 de setembro de 2018

Eletrobras vai cortar energia de cerca de 750 unidades em Alegrete, Fronteiras, São Julião e mais três municípios da região


Por Jeremias Carvalho -

Eletrobras vai cortar energia em municípios da região – Foto: Reprodução

A Eletrobras Distribuição Piauí prossegue com as ações de combate à inadimplência na capital e no interior. O objetivo é diminuir a inadimplência e melhorar a arrecadação de receitas da Empresa. Nesta semana, as operações estão sendo desenvolvidas na zona norte da capital e em Municípios da regional Sudeste do Estado. Os alvos serão unidades consumidoras que estejam em atraso com a Distribuidora há, no mínimo, 45 dias.

De acordo com levantamento realizado pela gerência da Faturamento e Recebíveis, na zona norte de Teresina, pelo menos 56 mil unidades consumidoras deverão ter o fornecimento de energia suspenso nesta operação. Ao todo, a Distribuidora pretende recuperar R$ 26 milhões dos clientes inadimplentes na zona norte.

Na regional Sudeste, a Distribuidora está intensificando as ações de combate à inadimplência nos Municípios de Simões, Marcolândia, Caldeirão Grande, Alegrete, Fronteiras e São Julião, onde planeja executar a suspensão do fornecimento de energia elétrica em 740 unidades consumidoras, cuja dívida soma R$ 401.165,00.

O consumidor que desejar negociar com a Eletrobras as contas em atraso, deve dirigir-se a uma agência de atendimento ou ligar para o 0800 086 0800. Lembrando que a Distribuidora dispõe de um novo posto de atendimento em Teresina, inaugurado na semana passada, na Alameda Parnaíba, 2021, sala D, praça do Marquês. Clique no link abaixo e veja a localização de todas as agências.

Fonte: Ascom

Crato sedia o I Encontro de Gestores Esportivos do Cariri




Com a finalidade de desenvolver uma política ampla de negócios sociais desportivos através de propostas sólidas e realização de projetos esportivos nas mais variadas vertentes da sociedade e de fortalecer a realização de projetos sociais esportivos no Cariri, a Secretaria de Esporte e Juventude do Crato em parceira com a MD Assessoria e Consultoria de Projetos Sociais e o Instituto Lamar irão realizar, nesta quinta-feira, 20, o I Encontro de Gestores Esportivos do Cariri.

O encontro terá a participação do professor Demóstenes Dantas, da MD Assessoria e Consultoria de Projetos Sociais e membro da Asssociação Brasileira de Captadores de Recursos e da Association Fundraising Professional situada nos Estados Unidos. O professor ministrará palestra sobre o tema : Mais Recursos Esportivos.

Além da Palestra será dada a posse da Diretoria do Instituto LAMAR, instituição essa que estará proporcionando oportunidades de prospecção de recursos para as Instituições Desportivas do Cariri e do Ceará.

SERVIÇO
Dia 20 de setembro
Local: Auditório da OAB – Crato
De 9h às 13h
Endereço - Av. Perimetral Dom Francisco, 380 - Pinto Madeira, Crato – CE
Mais Informações: (88) 98113 - 9666

‘O Grande Encontro’ abre 20ª Mostra Sesc Cariri


 por Antonio Rodrigues
Trio se apresenta dia 16 de novembro. (Foto: Divulgação)

Juazeiro do Norte. O presidente da Fecomércio, Maurício Filizola, confirmou, nesta terça-feira (18), em Potengi, que o projeto ‘O Grande Encontro’ abrirá a 20ª Mostra Sesc Cariri de Culturas. O grupo, composto pelos cantores e compositores Alceu Valença, Elba Ramalho e Geraldo Azevedo, se apresenta no dia 16 de novembro, no Largo da Basílica de Nossa Senhora das Dores, em Juazeiro do Norte.

Além disso, Maurício Filizola disse que o encerramento, no dia 20 de novembro, deve ser abrilhantado pelo cantor e compositor mineiro, Mílton Nascimento. A contratação ainda não foi confirmada, mas isso deve acontecer em breve. “Já fizemos a interlocução. Até o final da semana é possível confirmar a presença”, garantiu o presidente.

“Em breve estaremos confirmando o local (do encerramento)”, completou Maurício.

Filizola afirmou que a Mostra Sesc é um dos eventos culturais mais importantes do Brasil e vem coroar as comemorações de 70 anos do Sistema Fecomércio. “É uma valorização da cultura local”, disse.

Com mais de 3 mil inscritos, a 20ª edição da Mostra Sesc terá mais de 350 apresentações, contemplando 28 municípios do Cariri.

ANP interdita 19 postos de combustíveis e revendas de gás no Ceará




ATUALMENTE, cerca de 1.600 postos de combustíveis funcionam no Ceará MARIANA PARENTE/ESPECIAL PARA O POVONo primeiro semestre deste ano, a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) realizou 259 ações de fiscalização no mercado de abastecimento do Ceará, que resultaram em 118 autos de infração e 19 interdições em postos de combustíveis e revendas de gás de cozinha. Nenhuma apreensão foi feita no Estado durante o período.

Os dados constam no boletim "Fiscalização do Abastecimento em Notícias", realizado pela ANP e divulgado semestralmente. As interdições ocorreram em postos e revendas de gás localizadas nos municípios de Fortaleza, Maracanaú, Maranguape, Chorozinho, Quixeramobim, Sobral e Senador Sá.

Procurado, o presidente do Sindicato dos Revendedores de Combustíveis do Ceará (Sindipostos-CE), Manuel Novais, disse não ter conhecimento das informações e, por isso, preferiu não fazer nenhuma análise dos números.

"No caso dos postos de combustíveis, nossa orientação é que os estabelecimentos sigam todas as normas determinadas pela ANP. Nossos revendedores são muito bem orientados, inclusive, por meio de capacitações como cursos e treinamentos. Se essas interdições ocorrem é por puro relaxamento", diz. Atualmente, o Ceará conta com cerca de 1.600 postos de combustíveis.

Em todo o Nordeste, a inspeção ocorreu em 2.545, dos quais 830 receberam autos de infração, 117 autos de interdição e 29 foram interditados. No Brasil, de janeiro a junho, a agência realizou 9.912 ações de fiscalização, somando 2.439 autos de infração, 324 autos de interdição e 106 autos de apreensão.

A maior parte das ações de fiscalização (7.146) foi realizada em revendedores de combustíveis, seguidos dos revendedores de GLP (gás liquefeito de petróleo) e distribuidores. Também foram fiscalizados agentes de todos os segmentos regulados pela ANP, como transportador-revendedor-retalhista (TRR), ponto de abastecimento, revendedor e distribuidor de combustíveis de aviação, produtor de etanol, entre outros.

De acordo com a agência, os principais motivos das autuações que ocorreram no País no primeiro semestre foram: não cumprimento da notificação; equipamentos ausentes ou em desacordo com a legislação; comercialização ou armazenamento de produto não conforme com a especificação; não prestação de informações ao consumidor; e não atendimento a normas de segurança.

O especialista na área de petróleo e gás, Bruno Iughetti, afirma que, quando se trata de irregularidades no mercado de abastecimento, o grande prejudicado é o consumidor. "Muitas vezes, ele paga bem mais barato pelo combustível, mas é enganado. E isso pode sair muito caro. Não sabe que está comprando um produto adulterado, com vários componentes químicos, que lá na frente pode prejudicar o motor do carro e causar prejuízos financeiros", observa.

Iughetti também chama a atenção para a importância de o consumidor adquirir produtos em estabelecimentos que funcionam conforme as normas da ANP. "Dá para saber quando as revendas são autorizadas pelos adesivos da agência. Esses cuidados são necessários. Do contrário, no caso do gás de cozinha, a pessoa corre o risco de pagar por um botijão de 30 quilos e, na verdade, levar um de 10 quilos", destaca.

Já as interdições ocorreram, principalmente, pelas seguintes irregularidades: não atendimento a normas de segurança; comercialização ou armazenamento de produto não conforme com a especificação; comercialização com vício de quantidade; e prática de atividade regulada sem autorização.


O boletim "Fiscalização do Abastecimento em Notícias" é uma prestação de contas à sociedade, que contribui para a formação de um ambiente concorrencial saudável ao expor as principais irregularidades encontradas e as medidas adotadas pela ANP para as coibir



Os postos autuados/interditados pela ANP estão sujeitos às penalidades previstas na Lei 9.847/99. A interdição é a medida cautelar aplicada em algumas situações, como a venda de combustível com problemas de qualidade. No momento em que a ANP identifica que cessaram as causas da interdição, procede à desinterdição


fonte o povo

Brasil reduz mortes no trânsito, mas está longe da meta para 2020







As mortes por acidentes de trânsito no país estão em queda. Um levantamento inédito do Ministério da Saúde divulgado hoje (18), que marca o início da Semana Nacional do Trânsito, aponta que, em seis anos, houve uma redução de 27,4% dos óbitos nas capitais do país. Em 2010, foram registrados 7.952 óbitos, contra 5.773 em 2016, o que representa uma diminuição de 2,1 mil mortes no período. Apesar da redução, o país segue longe da meta estabelecida pela Organização das Nações Unidas (ONU), que prevê redução de 50% no número de vítimas em 10 anos, contados a partir de 2011.

Além disso, considerando todas as cidades do Brasil, não apenas as capitais, foram registradas 37.345 mortes de trânsito em 2016, que é o último ano com dados disponíveis no Sistema de Informações sobre Mortalidade (SIM), do Ministério da Saúde. O número é 14,8% menor do que o registrado, por exemplo, em 2014, quando ocorreram 43.870 óbitos no trânsito brasileiro. A meta do país, em 2020, é não ultrapassar o número de 19 mil vítimas fatais por ano.

“Esse número de 37 mil vidas perdidas em acidentes por ano é superior à população de muitas cidades brasileiras. Infelizmente, quando boa parte da população pensa em trânsito, o que vem à mente são os congestionamentos e chamada indústria da multa, mas o que temos é uma indústria da dor e da morte”, afirma Renato Campestrini, advogado, especialista em trânsito e gerente técnico do Observatório Nacional de Segurança Viária (ONSV). Além das mortes, 600 mil pessoas ficam com sequelas permanentes todos os anos em decorrência de acidentes de trânsito.

Relatório da Organização Mundial de Saúde (OMS) mostra que o Brasil aparece em quinto lugar entre os países recordistas em mortes no trânsito, atrás somente da Índia, China, Estados Unidos e Rússia. Além desses, Irã, México, Indonésia, África do Sul e Egito estão entre os países de trânsito mais violento do planeta. Juntas, essas dez nações são responsáveis por 62% das 1,2 milhão de mortes por acidente no trânsito que ocorrem no mundo todos os anos. Além dos mortos, acidentes de trânsito resultam em mais de 50 milhões de feridos a cada ano.

No Brasil, mais de 60% dos leitos hospitalares do Sistema Único de Saúde (SUS) são ocupados por vítimas por acidente de trânsito. Nos centros cirúrgicos do país, 50% da ocupação também são por vítimas de acidentes rodoviários. Segundo o Observatório de Segurança Viária, os acidentes no trânsito resultam em custos anuais de R$ 52 bilhões.
Dez anos da Lei Seca

A redução dos óbitos pode estar relacionada às ações de fiscalização após a Lei Seca, que neste ano completou 10 anos de vigência. Além de mudar os hábitos dos brasileiros, a lei trouxe um maior rigor na punição e no bolso de quem a desobedece, com regras mais severas para quem misturar bebida com direção.

A diretora do Departamento de Vigilância de Doenças e Agravos não Transmissíveis e Promoção da Saúde do Ministério da Saúde, Maria de Fátima Marinho, avalia que a diminuição das mortes no trânsito mostra que o brasileiro tem mudado, aos poucos, as atitudes, prezando cada vez mais pela segurança.

“Houve um aprimoramento da legislação, aumento na fiscalização e alguns programas estratégicos, como o Vida no Trânsito. No entanto, o número de óbitos e internações ainda preocupa, especialmente os de motociclistas. Precisamos avançar na mobilidade segura para reduzir esses números”, enfatizou Maria de Fátima Marinho.
Fiscalização reduz mortes

Um estudo recente do Observatório de Segurança Viária mostrou que só há eficácia da Lei Seca nos estados que realizam o maior número de blitz de fiscalização. No Brasil, a taxa média nacional de fiscalização é de um em cada 500 veículos da frota total do país, enquanto em países como Portugal e Espanha, essa média é de um a cada cinco veículos da frota. Na França, essa taxa é ainda melhor: um a cada três veículos do país são fiscalizados em blitz.

“Os estados que têm mais fiscalização, têm menos acidentes relacionados à combinação entre álcool e direção. Quando ele tem a sensação de que a fiscalização está presente, acaba sendo mais prudente”, explica Renato Campestrini. Entre as unidades da federação analisadas, Pernambuco, Ceará, Alagoas, Amazonas, Rio de Janeiro, Bahia e Paraíba conseguiram reduzir para menos de 9% o número de motoristas flagrados em operações da Lei Seca. Esses mesmos estados são, pelas estatísticas, os que realizam o maior número de fiscalizações.
Semana do Trânsito

O tema da Semana Nacional de Trânsito de 2018 é Nós somos o trânsito. Prevista no Código Brasileiro de Trânsito (CBT) e organizada anualmente entre os dias 18 e 25 de setembro, a semana busca conscientizar condutores de veículos e motocicletas a respeitarem a legislação e ajudar a construir um ambiente viário mais seguro. Segundo o Registro Nacional de Infrações de Trânsito, do Departamento Nacional de Trânsito (Denatran), entre as cinco principais infrações cometidas por motoristas e motociclistas estão excesso de velocidade, falta de cinto de segurança e avanço de sinal vermelho.

“Cerca de 95% dos acidentes são causados por falha humana ou falha mecânica por falta de manutenção, o que também não deixa de ser uma falha humana do condutor. É preciso mudar, de fato, a cultura no trânsito”, afirma Campestrini, do Observatório de Segurança Viária. Segundo o especialista, além de reforçar a fiscalização no trânsito, com a realização de um maior número de fiscalizações, o país precisa avançar na formação dos seus condutores.

“A moto é, reconhecidamente, um dos veículos que causam o maior número de vítimas fatais no trânsito, mas, para tirar a habilitação, o motociclista faz a prova em circuito fechado, em primeira marcha, e apenas com o funcionamento do freio traseiro. Isso precisa ser revisto”, exemplifica.

Governo prevê renúncia tributária de R$ 306,4 bi em 2019, valor cobriria 10 anos de Bolsa Família







O governo do presidente Michel Temer estimou que as renúncias tributárias chegarão a R$ 306,398 bilhões no ano que vem, o equivalente a 4,12% do Produto Interno Bruto (PIB), valor de dez orçamentos anuais do Bolsa Família.

O montante também chega perto do que seria necessário para bancar todas as despesas de pessoal em 2019, estimadas pelo governo em R$ 325,9 bilhões.

Os dados constam em informações complementares enviadas pelo Executivo ao Congresso sobre o projeto de Lei Orçamentária Anual (LOA) do próximo ano. Pelo documento, as diferentes renúncias referentes apenas ao Simples, regime tributário simplificado para microempresas e empresas de pequeno porte, somarão R$ 87,253 bilhões.

Com a Zona Franca de Manaus, serão outros R$ 24,038 bilhões. Já com renúncias ligadas à desoneração de itens da cesta básica, mais R$ 18,027 bilhões em 2019.

Para este ano, a previsão do governo é de menos renúncias tributárias, mas num peso ainda expressivo: R$ 283,447 bilhões.

O tema das renúncias tem ganhado espaço nas discussões eleitorais, com muitos candidatos à Presidência da República ressaltando a necessidade de revisão em programas para melhor alocação de recursos públicos num orçamento marcado por fortes restrições fiscais.

Em documento divulgado em maio deste ano, a atual equipe econômica apontou ser preciso fazer um aperfeiçoamento institucional na concessão de benefícios dessa natureza.

“Primeiro, devido ao processo peculiar para a concessão da maioria dos subsídios, ainda carente de institucionalidade de avaliação ex ante (antes do evento), o que facilita o acesso a esses recursos públicos sem qualquer garantia de efetividade”, afirmou o ministério da Fazenda em seu “2º Orçamento de Subsídios da União”.

“Segundo, devido à insuficiência de informações relativas ao alcance dos objetivos estabelecidos para sua concessão, o que dificulta a avaliação ex post (depois do evento) e restringe a transparência e o controle deste mecanismo de financiamento da ação governamental”, completou.

A secretária-executiva da Fazenda, Ana Paula Vescovi, avaliou recentemente, por exemplo, que o limite de R$ 3,6 milhões de faturamento anual para adesão ao Simples é muito alto comparado a outros países.

Com isso, o programa, que ela classifica como principal iniciativa de simplificação tributária no país, estaria escapando de seu objetivo, inibindo o crescimento das empresas, pois algumas prefeririam permanecer no regime pelas vantagens tributárias, em vez de faturar mais.

Membros do governo também têm estudado eventual retirada de produtos da cesta básica que hoje gozam de desoneração, como o salmão e o filé.

As renúncias tributárias são consideradas subsídios pelo lado da receita, já que o governo abre mão de receber esses recursos.

Pelo lado das despesas, o governo também lança mão de subsídios, que podem ser tanto explícitos (quando são realizados desembolsos efetivos por meio de equalização de juros e preços, como para o Minha Casa, Minha Vida e para o Pronaf, por exemplo), como implícitos (com recursos do Tesouro Nacional alocados em fundos ou programas, operacionalizados sob condições financeiras que implicam taxa de retorno inferior ao custo de captação do governo, como no caso do Fies).

Em 2019, a equipe econômica projetou que os subsídios ligados à despesa vão somar R$ 69,801 bilhões, contra R$ 92,876 bilhões em 2018.

Considerando os subsídios totais, tanto em renúncias quanto em benefícios financeiros e creditícios, a conta será de R$ 376,199 bilhões em 2019, praticamente estável sobre o patamar de R$ 376,323 bilhões calculado para este ano.

A estrutura de subsídios seguirá pesando sobre as contas públicas, sendo que para o próximo ano a meta é de um déficit primário de R$ 139 bilhões para o governo central, o sexto resultado anual consecutivo do país.







Com informação do UOL

Nove em cada dez brasileiros querem mais mulheres na política

Pesquisa mostra que população quer mais candidatas na próxima eleição Joana Côrtes – Repórter da Rádio Nacional 20/03/2025 - 20:59 São Paul...