CARLOS ALBERTO ALBUQUERQUERESPONSÁVEL PELO BLOG CONEXÃO REGIONAL

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segunda-feira, 30 de novembro de 2015

Vem aí no dia 05 de dezembro Fronteiras IIº Moda Fashion 2015


No dia 05 de dezembro a partir das 21h no Clube Recreativo Fronteirense, Fronteiras será palco do IIº Fronteiras Moda Fashion. O evento de moda mais badalado da região neste ano contará com a participação de várias Lojas Fronteirenses e da Lu Modas e Izânio Calçados da cidade de Pio IX.
E na passarela os mais belos modelos fronteirenses vestindo as melhores marcas e looks do momento. Após os desfiles grande festa com a Danceteria Ponto.Com e DJ Cleilson.
Organização: Adão Silva e Susy Bezerra.

Campanha Laço branco - Homens pelo fim da Violência contra a Mulher


A Campanha Brasileira do Laço Branco tem como objetivo sensibilizar, envolver e mobilizar os homens no engajamento pelo fim da violência contra a mulher. Suas atividades são desenvolvidas em consonância com as ações dos movimentos organizados de mulheres e de outras representações sociais que buscam promover a equidade de gênero, através de ações em saúde, educação, trabalho, ação social, justiça, segurança pública e direitos humanos.

O que muda na migração do AM para o FM


A presidente da ACERT-Associação Cearense de Emissoras de Rádio e Televisão, Carmen Lúcia, dá entrevista hoje a O Povo, ocasião em que fala sobre a migração das emissoras de rádio AM para a faixa AM.

Ela considera que isso deve melhorar a qualidade do sinal de transmissão das emissoras de rádio, ao mesmo tempo em que adverte não ser apenas uma simples mudança. O empresariado precisa ter em conta que necessidade de alterações na parte técnica das emissoras. "Elas vão ter que fazer uma nova rádio, do zero. Você vai ter que comprar uma mesa de boa qualidade de som, uma nova antena, uma nova torre, um transmissor novo... É uma nova rádio, é um investimento em um novo produto". 

O Governo Federal divulgou, na última terça-feira, 24, os critérios de migração das emissoras de rádio AM para a faixa FM em todo o País. Nesse mesmo dia foi entregue aos empresários do ramo uma tabela com os valores que cada emissora em cada Estado e cidade deverá arcar para transmitir na nova frequência. O anúncio dos valores, que estava sendo aguardado há dois anos, inicia, a partir de agora, um movimento concreto das emissoras de rádio a operarem em nova frequência.
O estudo apresentado em forma de tabela com os valores era uma das barreiras que os empresários encontravam para usufruir do decreto assinado pela presidente Dilma Rousseff (PT) em 2013. O POVO entrevistou a responsável pela coordenação da rádio Tempo FM e presidente da Associação Cearense Emissoras Rádio e Televisão (Acert), Carmen Lúcia Dummar, que discutiu esse novo momento do rádio no Brasil.

Confira os principais trechos da entrevista:


O POVO – Qual o principal atrativo dessa mudança de frequência das rádios AM?
Carmen Lúcia Dummar – É um pleito do empresariado já antigo. Nas grandes cidades o sinal da rádio AM sofre muita interferência. Essa mudança já está sendo feita em outros países, mas não dessa forma como no Brasil, em bloco. A migração deve melhorar a qualidade do sinal de transmissão das emissoras de rádio. Quando a gente está pleiteando uma demanda assim, tem que ver o usuário final, que é o ouvinte. Quem faz rádio, no fim das contas, está pensando acima de tudo no ouvinte. É preciso atender ao interesse dele, prestar o melhor serviço que puder para conquistar aquela audiência. o objetivo final disso é prestar o melhor serviço possível. O espaço da frequência FM em Fortaleza está completamente lotado. É preciso ocupar uma faixa estendida que ainda não está nos aparelhos de rádios vendidos atualmente. Serão precisos novos aparelhos comuns. No entanto, no celular ou automóveis basta a atualização de um software para alcançar a frequência estendida. A extensão na Capital só deverá ficar pronta em 2017. 

OP: Qual o prazo para iniciar as migrações?
Carmen: Agora que tem o preço, as empresas têm que apresentar a documentação ao Ministério das Comunicações. Depois a pasta emite o boleto e o empresário tem até 90 dias para pagar. Na sequência, já estarão autorizados a entrar. Nas cidades que têm espaço na frequência FM pode entrar de imediato.
OP: Esse processo pode acabar com a frequência AM?
Carmen: Não acredito que acabe porque existem diferença entre os sinais. Se o AM encontra uma barreira pela frente, como montanhas no interior, por exemplo, ele não interrompe a transmissão. Já o FM perde quando encontra barreiras pelo caminho. Algumas emissoras de rádio AM priorizam ir mais longe ao invés da qualidade do sinal. Se você tem uma emissora que atinge vários municípios, e há uma barreira, ela vai ter que optar entre qualidade ou alcance. Mas é preciso pensar no futuro. 

OP: Tecnicamente, o que as rádios precisam fazer nesse processo de adaptação? 
Carmen: Elas vão ter que fazer uma nova rádio, do zero. Você vai ter que comprar uma mesa de boa qualidade de som, uma nova antena, uma nova torre, um transmissor novo... É uma nova rádio, é um investimento em um novo produto. Todos os empresários estão cientes disso. Se quer fazer um negócio tem que estar ciente do que vai fazer e investir. Nós, da Acert, fizemos um convênio com o Banco do Nordeste (BNB) e já temos uma linha para o financiamento desses equipamentos com juros de 7% ao ano. O dono de rádio que definir que vai mudar, ele pode procurar o BNB para obter uma linha específica negociada com a Associação. Nós fizemos essa negociação tanto para a migração quanto para a modernização. Quem tiver sua rádio FM e quiser se modernizar também pode contratar o crédito. É um investimento significativo e o rádio está preparado para isso, os empresários estão acreditando que vai ser o melhor investimento e acho que foi uma inovação brasileira.
OP: Como se deu a negociação do valor do pagamento das emissoras para a migração?
Carmen: Isso foi muito discutido. Faz dois anos que a gente estava aguardando e ninguém conseguia chegar a um preço. Quanto custa AM e FM? Qual a diferença de preço? Ninguém conseguia uma base. Chegou-se a um valor absurdo que ninguém migrava. Você tinha que chegar a um preço que somado à compra de equipamentos fosse viável para o empresário de radiofusão. Finalmente um trabalho liderado pelo ministro André Figueiredo (PDT) juntamente com o presidente da Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão (Abert), Daniel Slaviero, chegou-se a uma boa conclusão porque analisaram as diferenças regionais e apresentou-se os valores justos. Nós temos que reconhecer o empenho do ministro André Figueiredo e a batalha do Daniel Slaviero nesse processo. Quando entrou, o ministro prometeu até novembro apresentar o preço da migração. Preço esse que foi justo. Porque você não pode ter em São Paulo (o maior PIB do País) uma rádio com preço semelhante a uma do interior do Amazonas ou do Ceará. O Brasil é muito diferente. É preciso mapear toda essa diferença. O setor ficou exultante porque o ministério chegou a um resultado que o dono de rádio vai poder colocar o negócio para frente.

OP: O que essa migração vai mudar no cotidiano de quem ouve rádio no Brasil?
Carmen: Algumas emissoras que estão transmitindo AM, e que tem dificuldade, vão melhorar a qualidade de som. É mais beneficio para o ouvinte. Nessa nova frequência, é possível atingir mais segmentos. E quantos mais segmentos você atingir, mais público vai alcançar.
OP: Em pleno ano de 2015 e o rádio se reinventando...
Carmen: Não para nunca. Não vai parar nunca, eu não acredito nessa história que um veículo ou outro vai acabar, isso é muito antigo. O consumidor de informação ou entretenimento de rádio ou televisão tem uma característica: ele quer facilidade. Ele quer simplicidade. Então, se existe uma rádio que faz a programação certa para você, com a música que você gosta, com toda a sua variedade, por que ele (ouvinte) vai ter o trabalho de fazer seleção musical para ficar ouvindo? Isso cansa, enjoa. No rádio, esse serviço todo dia é feito por uma pessoa especializada, que conhece música e que sabe para quem está trabalhando, se é para um ouvinte jovem ou ouvinte adulto. Enquanto a gente tiver um bom conteúdo é o que importa.

OP: Qual a perspectiva da rádio no Brasil após a mudança?
Carmen: O rádio vai continuar, cada vez melhor, sendo a voz da população. A gente ajuda a desenvolver o Estado. O papel do rádio também é dar acesso a informação à população, zelando sempre pela liberdade de expressão porque é fundamental para uma democracia.

Prazo para pagar 1ª parcela do 13º termina nesta segunda-feira


Termina nesta segunda-feira (30) o prazo para que as empresas paguem aos seus funcionários o adiantamento da primeira parcela do 13º salário. A segunda parcela, por sua vez, precisa ser depositada na conta dos trabalhadores até o dia 18 de dezembro, prevê a legislação. 

Aqueles que pediram o adiantamento do 13º nas férias, contudo, não recebem a primeira parcela agora (pois já receberam), apenas a segunda. A primeira parte representa metade do salário que o funcionário ganha. A primeira parcela tem como base a última remuneração do empregado. Já a segunda usa como referência o mês de dezembro. 

Em caso de empregados que recebem salários variáveis, por meio de comissões ou percentagens, o 13º deve perfazer a média anual de salários. Cabe ao empregador a decisão de pagar em uma ou duas parcelas. 

No caso de ser apenas em uma única vez, o pagamento deve ter sido feito até esta segunda

Milhares de pessoas prestigiam 9ª edição da Campanha Ceará sem Drogas


    Milhares de pessoas prestigiam 9ª edição da Campanha Ceará sem Drogas
Foto: Júnior Pio
Milhares de estudantes e moradores de Campos Sales e cidades vizinhas da região do Cariri acompanharam a 9ª edição da campanha Ceará Sem Drogas, com palestra do comentarista esportivo Walter Casagrande. O evento foi realizado na manhã desta sexta-feira (27/11), na Escola Estadual de Educação Profissionalizante (EEEP) Presidente Médici.
O presidente da Assembleia Legislativa, deputado Zezinho Albuquerque (Pros), idealizador do projeto, lembrou que a campanha está percorrendo todo o estado do Ceará. “Essa mobilização é para que vocês jovens não tenham a curiosidade de ser dependente químico. A porta de entrada é muito grande, mas a de saída é muito pequena”, alertou.
Zezinho Albuquerque também elogiou o comentarista Walter Casagrande ao afirmar que ele é um grande parceiro do projeto. O deputado ressaltou, ainda, a necessidade de conscientizar as famílias sobre as drogas, para que os dependentes químicos sejam tratados como pessoas que precisam de ajuda.
Na palestra conduzida pelo jornalista Fábio Pizzato, Casagrande falou sobre a carreira no futebol e da experiência dele com as drogas. Segundo ele, a primeira vivência foi aos 14 ou 15 anos, quando experimentou a maconha. “Você sempre acha que dá conta. 'Ah, largo quando quiser'. Mas a coisa não é bem assim”, comentou.
No caso dele, foi preciso um ano de tratamento, após internação involuntária. Além disso, ficou cerca de seis meses afastado do convívio com a família. “Dependência química é difícil de tratar, depende da vontade do paciente e do apoio da família”, explicou. A experiência também é contada no livro “Casagrande e seus demônios”.
O prefeito de Campos Sales, Moésio Loiola (PSD), afirmou que a presença da campanha no município “é uma espécie de sangue novo”. Ele ressaltou que a cidade, por estar presente numa região fronteiriça, enfrenta muitos problemas relacionados à criminalidade. No evento, o prefeito também deu posse ao Conselho Antidrogas da Cidade.
O servente Paulo Henrique da Silva, 41 anos, levou o filho Luiz Henrique Pereira, 9, e o colega dele, Artur de Lima, 4, para acompanhar a palestra. Os três estavam ansiosos pela chegada de Casagrande. Para Paulo Henrique, o debate sobre as drogas é muito importante. “A droga está afetando muito a juventude do município”, comentou.
Já a professora de biologia da EEEP Presidente Médici, Verônica Costa, explicou que sempre são realizados debates sobre drogas com os alunos. “É importante para sensibilizar e conscientizar sobre as drogas”, disse. Na avaliação dela, a campanha Ceará sem Drogas veio em boa hora, pois esse é um problema que tem crescido na cidade.
Alunos da Escola João XXIII prepararam cartazes e faixa alertando para os riscos no uso de drogas. “A ideia surgiu em sala de aula. Sempre tem esse debate na escola. Neste ano, a gente discutiu o assunto em três disciplinas”, contou a estudante Maíza Pereira, 13.
O evento contou ainda com apresentações artísticas da Banda de Música Municipal Lauro Honorato e da Orquestra Flautista Guarani, além de distribuição de material informativo da campanha Ceará sem Drogas.
Também estiveram presentes o comandante da Polícia Militar do Ceará (PMCE), coronel Giovani Pinheiro; o presidente da Câmara Municipal de Campos Sales, vereador João Luiz; o pároco da Igreja Matriz do Município, padre Cícero José da Silva, e o prefeito de Nova Olinda, Ronaldo Sampaio.
GS/JU

Mais notícias de Cidade: Campi do IFCE abrem 560 vagas em cursos


   
Estão abertas até o próximo dia 4 de dezembro inscrições para 560 vagas em processos seletivos de cursos técnicos referentes ao semestre 2016.1 nos campi das cidade do Crato, Iguatu, Guaramiranga e Itapipoca do Instituto Federal do Ceará (IFCE). Os interessados podem consultar informações no site da instituição http://qselecao.Ifce.edu.br.
BicicletasCiclofaixa completa 60ª edição domingoA Ciclofaixa de Lazer chega à sua 60ª edição deste domingo (29) e mantém, de 7h às 13h, o mesmo percurso do último domingo, fazendo a ligação do início da ciclovia da Avenida Washington Soares ao Passeio Público, passando pelo Parque do Cocó. No Passeio Público, haverá distribuição de mudas de plantas nativas e ornamentais, como ipê, mungubeira e pau branco.

sábado, 28 de novembro de 2015

Projeto da Assembléia Legislativa do Ceará em Campos Sales

Projeto da Assembléia Legislativa do Ceará em Campos Sales, na Escola Presidente Médici, atraiu grande numero de jovens para acompanhar a palestra do ex-jogador e hoje comentarista, Walter Casa Grande..com o tema: Ceará sem Drogas, iniciativa do Presidente da Casa Legislativa, deputado, Zezinho Albuquerque, tem visitado vários municípios do interior, chamando a atenção  importante da juventude para a questão das drogas que maltrata a sociedade brasileira...Casa Grande desperta a curiosidade da juventude em razão de ter sido usuário e estar ainda num processo de limpeza...seu carisma e simplicidade tem sido a tônica do evento que mantém acesa a chama da sociedade de ver esse problema social ser encarado de frente pelas autoridades, com a colaboração de todos...
















Nove em cada dez brasileiros querem mais mulheres na política

Pesquisa mostra que população quer mais candidatas na próxima eleição Joana Côrtes – Repórter da Rádio Nacional 20/03/2025 - 20:59 São Paul...